Blog do Roberto Leite

October 30, 2009

O resumo da verdade:

Filed under: América Latina, Frases, IMPUNIDADE, PAC, administração, governo, política, revolta, Ética — rlaf44 @ 11:05 am

lula o sábio

Foi em junho de 2007, que eu comecei este blog, com o enfoque do “Voto Nulo”.

Depois que o Ministro Marco Aurélio Mello mudou a interpretação do voto nulo, em cima de jurisprudência sobre o mesmo assunto que legitimava a anulação do sufrágio caso mais da metade dos votos fossem votos nulos, a minha luta perdeu o sentido.

Então o foco do blog passou a ser falar sobre os absurdos na política brasileira, sem se apegar em nenhum partido ou corrente política. E escrevi vários artigos, sobre vários assuntos. Às vezes quem lê o blog, pensa que eu sou contra o atual governo, que sou contra o Lula, que sou contra o PT.

Não é verdade, eu escrevo contra o que eu considero fora da ética, fora das noções morais, fora das carências do Brasil. Não se pode negar que o governo do PT, é um prato cheio destas matérias e, portanto fica parecendo que estou contra o PT. Desde o mensalão que muita gente começou a ver a verdadeira cara do PT.

Mas até hoje tem gente que acredita que o mensalão não existiu.

Eu não apago nenhum comentário e existem pessoas que ficam indignadas com meus artigos e escrevem dizendo o refrão:

“Deixa o homem trabalhar”.uma obra por dia

Eu fico pensando quanto engano este presidente tão popular conseguiu disseminar por um país tão grande!

Ele conseguiu até incutir nas mentes de algumas pessoas que ele realmente trabalha.

E ele mente mesmo, com a maior cara de pau, como se mentira fosse a virtude e a verdade o vício.

Ele inaugura obras que existem há cinqüenta anos. Manda fazer uma reforminha, às vezes apenas pintura, e vai lá, na maior cara de pau e inaugura como obra de seu governo.

corte no dedoVive embriagado, como recentemente, que caiu com o copo de cristal na mão e sofreu uma feia lesão onde levou cinco pontos cirúrgicos. Isto aconteceu na Dinamarca, em uma suíte presidencial em um Hotel cinco estrelas.

Para a mídia, ventilou uma notícia que a torneira do banheiro estava pingando e ele foi tentar arrumar, e cortou a mão.

Os meus críticos querem que eu acredite no seguinte:

1.  Hotel cinco estrelas tem vazamento na suíte presidencial.

2.  Não existe equipe de manutenção em hotel cinco estrelas.

3.  O Lula sabe consertar torneiras dinamarquesas.

4.  Mesmo que soubesse iria fazer uma coisa destas.

5.  Qualquer torneira dinamarquesa tenha arestas afiadas para desafiar hospedes incautos.

6.  Que o Lula não bebe

Vamos ser coerentes pelo menos nesta história recente, esta desculpa foi terrível e não cola.

Podem me chamar de bobo, mas não sou ainda débil mental.

Bem continuando, será que os meus críticos vão quere que eu fique batendo palmas para a inauguração do acampamento de luxo em Pernambuco, onde até hoje foram feitos 15% da obra de transposição das águas do Rio São Francisco.campanha antecipada

Um acampamento com comida servida em mesas de luxo, com talheres de prata, copos de cristal, camas King Sise, ar acondicionado, para inaugurar o que?

A única coisa que poderia ter sido celebrada neste acampamento, com justiça, seria a atuação do TCU, que paralisou o repasso de verbas para a obra por que está faltando prestar conta de 90% do dinheiro gasto até o momento.

Um bilhão de reais e que o Lula disse ser uma merreca:

“Temos que fazer, em vez de ficar discutindo merreca de

dinheiro” Presidente Lula, que, depois de sete anos no governo,

acha “bilhões” uma merreca

feliz aniversário

Pois bem, outro dia recebi um email de meu amigo o Dr. João contendo um artigo interessante, de autoria de Jorge Luiz Lima.

Procurei mais informação sobre o autor, mas não encontrei.

Este artigo resume tudo que escrevi no blog em quase três anos.

E é um artigo interessante. Vou publicar na íntegra, e vou arrematar com a última coluna do Augusto Nunes, que coincidentemente completa este artigo:

Não Vá ao Teatro

A era social que atravessamos reflete os seguintes fatos:

Os programas assistencialistas, urbanos e rurais, não possuem contrapartidas que encaminhem os beneficiários e seus dependentes ao crescimento cultural e retorno a uma vivencia digna.

A proibição incabível de não permitir que o adolescente menor de 14 anos de idade possa ter uma ocupação de trabalho, remunerada ou não.  Também, a permissão que os maiores de 14 e menores de 16 anos de idade, somente possam ter uma ocupação remunerada se contratados sob os auspícios de regras em demasia e encaminhados por entidades que arrecadam horrores por essa intermediação.

O ECA - Estatuto da Criança e do Adolescente, somente é do conhecimento público porque protege o menor criminoso em detrimento de suas vítimas.

A vida em família está deteriorada, nos remetendo ao tempo de Sodoma e Gomorra.diplomas

A faixa de pedestre que tentam imbuir como parâmetro de

país de primeiro mundo arrecada muito e mata mais ainda.

Quando nada resolve uma condição, o nome é alterado

em uma tentativa de empurrar o imbróglio para debaixo do

do tapete, tanto é que, lepra passou a ser chamada de

hanseníase em favelas de comunidades.

Os hospitais e escolas não têm médicos e professores

suficientes para atenderem a demanda, e ainda constroem

mais Postos de Saúde, mais escolas e mais cursos de curta

duração, que não servem para nada: os pacientes são

cobaias dos médicos residentes e dos aprendizes de

enfermagem; os professores fingem que ensinam e os

estudantes fingem que aprendem.

O objetivo dos jovens na faixa dos 20 anos de idade é fazer cursinhos específicos para prestarem, e prestarem, e prestarem concursos públicos, pois é lá que se ganha sem trabalhar.

A UNE – União Nacional dos Estudantes, há anos não se pronuncia sobre os assuntos que nortearam sua fundação, servindo apenas para emitir carteirinhas que dariam o direito ao pagamento da meia-entrada nos cinemas e teatros, estes já aplicando os preços ajustados de tal forma que os 50% já é o preço da inteira.

A OAB - Organização dos Advogados do Brasil, sempre participou de maneira incisiva na defesa de nossa democracia, mas, desde as “Diretas Já”, permanece em hibernação.

O etanol, depois o biodiesel, recentemente era a menina dos olhos desse país, como, aliás, já foi o álcool que nada mais é do que o etanol em linguagem mais atual. Agora é o Pré-sal! Isso nomeando apenas os grandes, pois existem incontáveis atinhos (pequenos atos) e um próximo grande ato logo virá. Podemos chamar essas cortinas de fumaça de jogo de cena, uma peça teatral em que os atos são criados para deixar os babacas sempre dependentes do próximo, tudo com dupla intenção: desviar atenções e criar cacifes eleitoreiros, não permitindo que haja a salutar renovação dos mandatários.nosso petróleo

Os movimentos dos excluídos (paradas gays, marcha dos sem terras, dos sem moradias, dos índios, dos negros, dos inquilinos e dezenas de outras invencionices), são coordenados e financiados a custo zero, quero dizer, à custa do povo, através dos órgãos públicos e seus braços ocultos. O resultado dessas políticas enganosas é a bagaceira que se vêem, sem-terras recebem dinheiro, bolsas de vários nomes, terras que não produzem; negros têm cotas para estudar (porque não os amarelos, os mestiços, ou quem sabe os POBRES…?); ONGs inventam uma bandeira qualquer e arrecadam vultosas quantias sem prestação de contas; o mesmo acontece com os chamados projetos culturais financiados para os maiorais das artes em que os acertos rolam anos nos tribunais e caducam; proprietários de terras adquiridas com o suor do trabalho ou mesmo recebidas de herança são desapropriados de forma incontinente.

O resultado do trabalho de milhões de pessoas é desviado para atos escusos. Nós, trabalhadores e empresários, que também são trabalhadores, é quem somos os escravos do poder central! Nós somos os excluídos!

O excesso de leis com cláusulas propositais que levam a várias interpretações e o emaranhado de impostos desvirtuam seus próprios objetivos, que seriam os de normatizar arrecadações e suas aplicações em prol da sociedade.

Em democracia seria a representação do povo, mas o ser “político” tornou-se uma das profissões mais almejadas, senão a mais ambicionada, por ser excessivamente vantajosa em termos de poder e dinheiro, e acessível a qualquer espécie de individuo, principalmente os imorais, antiéticos, bandidos e analfabetos.mamata final

A política e, principalmente, os governantes desse país, estão possuídos pelo espírito do Rei Sol, acham-se e conseguem ser os donos de todas as vontades. Nada somos! Apenas marionetes nas mãos sujas dos três poderes da república, que fazem o que querem, manipulam e se locupletam a custa da nossa ignorância. Os sábios, grandes e pequenas empresas, a mídia, organizações corporativas e não corporativas (ONGs), todos dependem financeira e politicamente do poder central. O povo brasileiro está inerte, dominado inconscientemente por essa corja.

Quando vamos nos revoltar contra essa situação?

Por que nossos sábios e os que têm a capacidade de influenciar as massas não conseguem mover essas massas? É óbvio que estão estáticos e também usufruindo desse momento. Já tivemos dessas pessoas no governo e nada fizeram para mudar o caminho da nação, agora definido e solidificado pelos tiranos detentores de enormes poderes de persuasão.

Infelizmente estamos condenados a esperar uma nova geração ou alguém que desperte do berço esplêndido e nos tire desse marasmo, ou que os militares implodam o esquema desses dinossauros da sem-vergonhice.

É melhor voltar ao ponto de partida e recomeçar do YOD, do que enveredar por esse caminho depravado.formando o time

Vamos fechar essas cortinas! Cimentá-las! Encerrando do lado de lá todos os que tratam o bem público como seu, e que conspiram contra a moral das relações humanas.

(Jorge Luiz Lima, 28/09/2009)


Coluna do Augusto Nunes

PAC da Conversa Fiada

29 de outubro de 2009

“Agora desgraçou tudo, porque agora os home tão ficando nervoso porque nós tamo inaugurando obra”, desandou o presidente Lula num palanque no Rio, espancando a língua portuguesa com especial selvageria. ”Calma, que nós ainda nem começamo a inaugurár o que nos temo para inaugurá nesse país. Tem muita coisa pra acontecêr e tem muita coisa que nós vamo fazê ainda pra frente.” Sempre à frente de uma comitiva de bom tamanho, não vinha de inauguração nenhuma, não estava a caminho de algum canteiro de obras nem aparecera no Rio para inaugurar alguma. Vinha da Procissão dos Pecadores do São Francisco, estava em território carioca para outro comício e, de lá para cá, só inaugurou pela segunda vez uma quadra usada na Mangueira.

Pelo andar da carruagem, Lula corre o risco de terminar o segundo mandato sem ter deixado pronta uma única obra física efetivamente relevante. A transposição do Rio São Francisco, as grandezas do pré-sal, as hidrelétricas do Rio Madeira, pontes, rodovias ─ tudo vai demorar. Acossado pelo tempo cada vez mais curto, o maior dos governantes culpa o Tribunal de Contas da União, o Ibama, o fiscal da esquina, o cartório, qualquer coisa. Quer inaugurar qualquer irrelevância. Até quadras de segunda mão.comício

Incapaz de criar, o governo não cuida direito nem do que existe, confirmou nesta quarta-feira o levantamento da Confederação Nacional dos Transportes sobre a situação das estradas do país. O estudo abrangeu quase 90 mil quilômetros de rodovias pavimentadas. Desse total, quase 70 % foram  reprovados. A rede federal é a mais devastada. Segundo a CNT, a recuperação da malha rodoviária exige investimentos que somam R$ 32 bilhões. Seis vezes mais do que o governo Lula gastou em 2008. O PAC vai acabar programando outra operação tapa-buraco para 2010. E o chefe já prometeu outro PAC para 2011, com prazo de validade até 2015.

Por enquanto, só avança em bom ritmo o PAC da Conversa Fiada.

Encontrei no blog do Zé:

blog do Zé:

http://zefonseca.com/blogs/ze/

“Um governo grande o suficiente para lhe dar tudo o que você deseja é forte o suficiente para tomar tudo o que você tem.”
- Thomas Jefferson

September 12, 2009

O dono do Brasil - II

Filed under: ABOBRINHAS, administração, governo, política, Ética — rlaf44 @ 8:46 pm

O dono do Brasil - IIrafale

Já tenho um outro post com este título:

http://rleite.wordpress.com/2007/04/20/o-dono-do-brasil/

Depois do prematuro e imaturo anuncio da compra dos Rafales franceses pelo Brasil, o Lula provavelmente aconselhado por algum assessor com algo na cabeça, voltou atrás e disse mais asneiras, para justificar a decisão já tomada.

Ele já se considerando dono do Brasil e de todo o dinheiro brasileiro disse que não importa os detalhes técnicos da aeronáutica ou os preços favoráveis de algum outro candidato, um americano e outro sueco.

A decisão final é estratégica e cabe apenas a mim como presidente.

Para quem entendeu, está tudo muito claro. Ele já se comprometeu de alguma forma, com os franceses. Eu vou ser pouco elegante, mas conhecendo bem as manobras da turma da cachaça, eu estou apostando que as comissões para a compra já foram pagas pelos franceses, e estão em contas numeradas e em nome de laranjas, bem seguras em algum banco em paraíso fiscal.

Foi assim com o Aero lula, que preteriu um bom Embraer, por um francês defasado e fora de linha, com uma desculpa esfarrapada de autonomia que não existe. O Roberto Teixeira intermediou o negocio!!!! Algo de novo?

O apedeuta está tentando fazer as forças armadas de besta e pode se dar mal. Deveria se dar mal. Em qualquer outro lugar teria este negocio muito bem investigado.

A revista de defesa de maior crédito no mundo, a “Janes’s Defense Weekly” - http://jdw.janes.com/public/jdw/index.shtmljanes -2

já deu como certa a compra pelo Brasil dos jatos franceses. E esta revista muito bem conceituada erra muito pouco.

E então o resumo fica assim:

A thurma do Lula vai para a França, fecha o negócio sem o congresso participar de nada, recebe a comissão adiantada, faz a presepada no Brasil para engabelar a todos, Forças Armadas, Congresso e o povo. Recebe seu dinheirinho sujo e parte para o abraço.

Se aparecer algum outro negócio melhor para o Brasil, ele apenas diz que o negocio com os franceses era estratégico e pronto acabou. Do mesmo jeito que fez para esconder as compras pela primeira baranga com os cartões corporativos.

Segurança nacional

Que tal? Gostaram?

O pastel sem recheio

Filed under: administração, política, Ética — rlaf44 @ 6:52 pm

O pastel sem recheioverdade

De acordo com as definições do Houaiss, existem nove definições para “Mentira”:

n substantivo feminino

1 ato ou efeito de mentir; engano, falsidade, fraude

2 hábito de mentir

Ex.: <vive na m.> <a m. lhe é odiosa>

3 afirmação contrária à verdade a fim de induzir a erro

Ex.: <m. grosseira> <contar m.>

4 qualquer coisa feita na intenção de enganar ou de transmitir falsa impressão

Ex.: uma teoria elaborada à base de mentiras

5 pensamento, opinião ou juízo falso

Ex.: neste país, tudo é m. e presunção

6 Derivação: por extensão de sentido.

aquilo que é enganador, que ilude, que se aproxima da verdade ou é real apenas na aparência; ilusão, fábula, ficção

Ex.: a felicidade é uma m.

7 Regionalismo: Brasil. Uso: informal.

pequena mancha branca nas unhas; albugem, leuconiquia

8 Rubrica: culinária. Regionalismo: Rio de Janeiro.

biscoito preparado com massa de pão-de-ló, na forma de um pequeno disco; mentirinha

9 Rubrica: culinária. Regionalismo: Minas Gerais.

pastel desprovido de recheio

Dentre todas elas, as únicas que não descrevem a personalidade do presidente brasileiro, o apedeuta Lula, são sétima e a oitava, porque são alusivas a outra coisa como mancha nas unhas e um tipo de rosquinha preparada com massa de pão-de-ló.

A ultima, apesar de se referir também à culinária, em meu ver, é a que ilustra melhor o desempenho de governo do Lula:

“Um pastel sem recheio”pintando o sete

É incrível, como tudo que sai da administração não tem nenhum fundamento, nenhuma substância. Quando fica muito grotesco, é desmentida prontamente com outra mentira, e depois simplesmente esquecida encoberto por outra mentira ou fato desgarrado ou modificado para impressionar. Como as caríssimas propagandas dos feitos do governo e as obras do PAC, que são em sua maioria feitas pelos estados e municípios apenas com financiamento federal, porque todos os financiamentos deste tipo são federais.

Seria como se você fizesse um empréstimo na Caixa e com este empréstimo construísse a sua casa. Este empréstimo tem que ser pago por você como foi pago o projeto os engenheiros, etc.

E de repente aparecesse nas propagandas da Caixa, as fotos da sua casa, de sua construção, sem mencionar o seu nome e dizendo que era uma obra da Caixa.

Até que indiretamente poderia ser pensado assim, pois o dinheiro foi conseguido na Caixa, mas os créditos para isto são seus, o projeto e as idéias são suas, os pagamentos e os juros são pagos por você, e na propaganda nada disto aparece fazendo crer para quem assiste que a Caixa foi  que fez tudo e pagou por tudo.

Notaram a diferença? E tudo neste governo é feito neste princípio, onde a dissimulação parece até ser verdadeira, mas no fundo é tudo uma grande enganação.

Deve ser por esta razão que a popularidade do apedeuta está em nível tão alto, pois a propaganda do governo leva aos brasileiros a idéia de que o que está dando certo no país são as ações deste governo.

Bem, se estes forem os motivos da popularidade apedeuta, uma das ações, justamente as propagandas enganosas, estão realmente dando certo.

Recentemente houve uma pequena queda na popularidade, e pode ser que finalmente as mentiras depois de tantos anos estão atropelando umas às outras, e abrindo os olhos dos eleitores. Tomara.

Hoje, passeando pelos blogs de política encontrei um artigo no blog da Adriana - http://www.prosaepolitica.com.br/ -

Assinado por Peter Wilm Rosenfeld, que fala exatamente sobre isto, e com um posicionamento muito realista.

Estou publicando este artigo na íntegra e de acordo com o texto é o segundo artigo sobre o mesmo assunto.

Não li nem encontrei o primeiro artigo, mas se eu encontrar prometo publicar também.

Mentiras II

Por Peter Wilm Rosenfeldindependência

Sou obrigado a voltar ao mesmo assunto que abordei na semana passada, já que o abuso de mentir para os brasileiros está se tornando a marca registrada do governo do Sr. da Silva.

O grande vilão (ou herói para o governo) do momento é o pré-sal. Mas não o único.

É certo que todos os brasileiros que assistem televisão e prestam atenção em anúncios já viram a propaganda da Petrobrás, em que a apresentadora (ou apresentador) diz claramente que o Brasil é o primeiro país do mundo a extrair petróleo do pré-sal!!!!

Sim, isso mesmo, o Brasil já estaria extraindo o petróleo!!!!!

Até hoje, e nos próximos 10 ou mais anos, nenhum óleo sairá de lá, porque ainda não existe a tecnologia para isso.

A produção de equipamentos a serem utilizados nesse processo está longe de sequer começar. Haverá um enorme trabalho de pesquisa para a definição e posterior produção de todo o material que possa operar na enorme profundidade (7 mil metros, ou sete quilômetros) em que começa a camada de pré-sal.

O Brasil sequer foi pioneiro na descoberta de que na camada pré-sal há abundância de óleo. Isso já se sabia. O que os brasileiros descobriram é que a cerca de 300 km de parte da costa brasileira existe petróleo.

É muito recomendável que se dê um basta a esse ufanismo para que todos os envolvidos no processo possam trabalhar com serenidade e seriedade.!

A mentira presidencial chega ao ponto em que o Sr. da Silva está presenteando autoridades e, certamente, um ou outro amigo do peito, com garrafinhas contendo petróleo, dizendo que esse é do pré-sal. !!!!

O velho Gepetto estaria arrancando seus parcos cabelos para poder produzir tantos narizes imensos, tão grandes quanto a mentira. E o maior de todos certamente iria para o Sr. da Silva.

Posso dizer, com tranqüilidade, que o Sr. da Silva está cometendo um crime tão grande, ou até maior do que o acima, ao enviar ao Congresso quatro projetos de lei para definir o marco regulador (a palavra “regulatório”, que vem sendo usada, não existe, de acordo com os dicionários Houaiss e Aurélio) do processo pré-sal, estabelecendo regime de urgência para os mesmos.

Pergunto: qual a razão da urgência? Certamente para não dar oportunidade para que o assunto possa ser estudado e analisado com a calma que o problema requer. O início de um processo mais intenso de trabalho em laboratórios não depende de marco regulador algum. Esse trabalho requererá recursos muito vultosos (com o perdão da redundância…), a serem usados com seriedade.

Atropelando o processo o governo certamente quer deixar brechas para que muitos dos apaniguados – e até alguns não tanto, mas igualmente amigos dos dinheiros da viúva, possam buscar e levar o que pensam ser seu, e não do povo em geral.

Que me perdoe o Sr. da Silva. Mas a tramitação em regime de urgência, no caso do pré-sal, é extremamente suspeita.

E mais: para que criar uma nova empresa (Petro-Sal, ou coisa parecida) quando a Petrobrás, com suas dezenas de mil funcionários, pode perfeitamente cuidar desse assunto? É muito suspeito!

Parece que o governo não mais tem qualquer interesse no bio-diesel, que até há pouco tempo era apregoado como sendo o salvador da pátria. Não mais se fala nele, apesar de ser um combustível limpo, renovável (ao contrário do petróleo) e o Brasil ser o País em melhores condições no mundo de folgadamente liderar nesse setor.

Ou será que o que se dizia até agora também era mentira?

Penso que essa perda de interesse se deva ao fato de que no processo de produção de bio-diesel os valores envolvidos não sejam tão facilmente acessíveis a pessoas que nada têm que ver com isso (se entendem o que quero dizer…).

Outra mentira monumental do governo é a de que é necessária a admissão de mais 70.000 (sim, setenta mil) funcionários no próximo ano.

Em minha opinião, assim como o Congresso emprega mais do que o dobro de funcionários do que efetivamente necessita (e continua admitindo), o governo do Sr. da Silva já admitiu em seus quase sete anos mais funcionários do que qualquer um de seus antecessores, inclusive e principalmente nos palácios do Planalto e da Alvorada.

E isso ao mesmo tempo em que a informática coloca a nossa disposição equipamentos cada vez mais capazes de substituir mão de obra; os sistemas de telecomunicações são tão sofisticados e confiáveis que nos Estados Unidos da América, quando o Presidente viaja ao exterior, continua no poder; o Vice-Presidente não assume a Presidência. O Presidente está em permanente, e de forma confiável, contato com o País.

Será que estamos tão atrasados em telecomunicações que não podemos fazer o mesmo? Nego-me a crer nisso!

Eram essas minhas grandes preocupações no momento! Por que o governo não pode falar a verdade?

ET: Grafei “governo” sempre em minúsculas propositadamente! a visita

August 29, 2009

O Lula e Maquiavel!!!!

Filed under: Crime e vergonha, administração, governo, legislação, política, Ética — rlaf44 @ 8:52 pm

O Lula e Maquiavel!!!!não me abandone sarney

Outro dia, conversando com amigos sobre a estratégia do governo para a eleição de “Dilma Rousifu”, começou a surgir em nossas mentes, uma possibilidade ainda não veiculada em nenhuma mídia sobre a possibilidade do Lula entregar passivamente o poder, possivelmente para uma oposição, e com seus 84% de popularidade.

E o desgaste sofrido com a permanência do Sir Ney, que claramente foi uma iniciativa do executivo.

E este agora com este desgaste com as mentiras da Dilma.

Isto não condiz, com uma possibilidade de uma eleição majoritária a pouco mais de um ano.

Não faz sentido, a situação de se expor desta forma, e ter a pretensão de eleger sua candidata.

E está mais do que comprovado que a transferência de votos e popularidade é uma tarefa muito difícil e quase impossível de se concretizar.

Para acabar com este preâmbulo, resta apenas dizer que um possível candidato, o José Serra que ainda não se manifestou como tal, anda disparado na frente de qualquer simulação de intenção de votos e que a Dilma, que realmente progrediu um pouco, ainda não mostrou a que veio.

E então, como se equaliza esta questão?você não presta

E foi então que apareceu uma possibilidade que contempla todas estas situações, e coloca em perspectiva, todos estes desmandos e erros do executivo.

Vamos enumerar as possibilidades antes das conclusões.

1. O Lula não quer, e não pode deixar o poder, por razões óbvias:

a. Com uma popularidade de 84%, seria um desperdício, apenas colocar o rabo entre as pernas e ir-se embora.

b. Com tantas maracutaias e pendências abertas, com o súbito enriquecimento de sua família, seria um tremendo risco entregar o governo ao inimigo que poderia abrir inquéritos, e causar muita dor de cabeça.

c. O Lula não vai arriscar tentar um plebiscito ou referendo em favorecimento de um terceiro mandato, pois o risco de ser considerado um golpe é grande como aconteceu em Honduras.

2. Se não está disposto a entregar democraticamente o mandato, como vai conseguir eleger seu candidato, que no momento é candidata e não consegue decolar?

a. A Dilma não decola.

b. A transferência de popularidade é coisa incerta.o remédio

c. O desgaste no congresso é coisa inexplicável.

d. E o desgaste na receita, é inaceitável em começo de campanha.

3. E então qual seria o plano?

a. O Sarney, aliado inconseqüente, teria de ser mantido como presidente do congresso e terceiro na fila presidencial. (Por isto o risco do desgaste)

b. A Dilma será a candidata, e o Lula se afasta da presidência em março e compõe a chapa como vice da Dilma.

c. Deste modo, não existe problema de transferência de votos, pois o próprio Lula é o candidato.

d. Procurando superficialmente pelas possibilidades jurídicas desta possibilidade, (Não sou jurista), não encontro nenhuma razão constitucional ou legal que impeça o presidente de se afastar da presidência e se tronar vice em alguma chapa.

e. O atual vice está mais com um pé na cova do que fora, e no caso de não poder assumir, entra então a necessidade de manter o Sarney, pois o vice do Sarney é o Marconi Perilo que é da oposição, e como presidente assumido poderia causar dificuldades para este plano.

  1. f. A Dilma também não está lá estas coisas de saúde, e se o plano der certo, ela se afastaria deixando o Lula mais quatro anos e com caminho livre para as eleições de 2014, pois não seria considerado presidente, mas sim vice e poderia continuar no poder.

4. Foram estas as considerações a que chegamos para explicar estes atos aparentemente tresloucados da atual administração, mas que se olhados do ângulo certo podem mostrar um tremendo plano muito maquiavélico, que deixa aparente sem sombra de dúvidas as mãzinhas do senhor José Dirceu e do Marco Aurélio Garcia.

Que tal, temos agora começar a lutar para impedir a concretização deste plano que nada mais é do que um golpe disfarçado de democracia nos mesmos moldes de um referendo, mas com mais peculiaridades, aproveitando as brechas da legislação brasileira. o placar

August 7, 2009

O Brasil e a saúva II.

desordem

Este post foi escrito e publicado em junho de 2007, e continua muito atual. As coisas e os fatos sim mudaram, mas para pior. Os personagens ficaram desde então mais ousados, o cinismo aumentou, e as maracutaias estão a céu aberto.  Os políticos estão tratando povo como idiotas, o povo está tratando os políticos como se fossem de outro país.

As notícias, as entrevistas, são reais e estão acontecendo no Brasil.

Não é possível que os cidadãos que estão pagando por tudo isto estejam observando tudo como se estivesse acontecendo na China, no Iraque ou mesmo em Israel.

Quando um político diz em alto e bom tom que está se lixando para a opinião pública e sai rindo, é um sinal de que algo está muito errado.

Este tal de Paulo Duque, de 81 anos de idade, com cara de mascate, é o suplente do suplente, não recebeu nem um simples voto, e já anuncia antes de conhecer todos os fatos que irá arquivar todas as denúncias contra seu patrão o Zé Sir Ney.

Bem leiam o artigo abaixo com mais de dois anos de publicação, assim como os artigos no conteúdo que são de outros autores e julguem vocês mesmos se algo está diferente ou pior

etica e decouro

O Brasil e a saúva.

Ou o Brasil acaba com a Saúva ou a Saúva acaba com o Brasil.

Esta frase, de autor desconhecido, era propagada com afinco nos anos 60, e hoje está comprovado que era um equívoco total por parte dos pesquisadores.

Leiam sobre a saúva aqui:o senhor dos pasteis

http://fgaia.org.br/texts/brasil.html

Atualmente, existe uma linha de pensamento que até explora a possibilidade de que a frase seja de autoria de uma campanha dos produtores de agrotóxicos para justificar a venda dos seus produtos.

Agora, eu vou aproveitar esta frase equivocada para construir outra parecida, mas que não vai estar nunca equivocada, e vai permanecer atual para sempre.

Retirando-se a presunção aqui vai:

“Ou o Brasil acaba com a corrupção endêmica ou a corrupção acaba com o Brasil.”

O Lula em vez de mandar investigar a fundo o mensalão, abraçou o Roberto Jefferson e disse que confiaria sua vida à ele.

Disse algo parecido com ocaso do Palocci.

Agora vem falando o mesmo do seu irmão Vavá pela segunda vez, pois este já foi investigado por tráfico de influência e a investigação foi “influenciada” pelo ex-ministro da justiça.

Agora vem o caso do Renan Calheiros, que em uma averiguação fajuta pelo congresso, apresentou provas de que financeiramente poderia estar bancando a sua ex-amante e sua filha com esta. Este não é o caso, poderia é claro que poderia, pois ganha suficiente para isto. Mas se faria é outra coisa, pois a ganância não tem limites e como a revista veja publicou, o congresso tem é que vasculhar os extratos bancários dos dois para ver se saiu de um para ir para no outro. Existem inúmeras maneiras de se fazer isto, e uma delas é pelos pagamentos do CPMF. Pelo menos este imposto indecente deveria servir para algo decente.

Acorda Brasil, isto tem que acabar senão estamos perdidos.

Onde tem fumaça, certamente tem fogo.

Uma coisa o Brasil tem de sobra, são bons escritores e jornalistas falando sobre este assunto.sessão aberta

Liam o artigo do Jarbas logo abaixo:

Opinião: Endemia da ladroagem

Jarbas passarinho escreve:

Ao pregar diante de Dom João IV e sua corte, na Igreja da Misericórdia, o padre Vieira iniciou audaciosamente o sermão dizendo ser a Capela Real, e não aquela a que assomara, porque falaria de coisas atinentes à Sua Majestade Real e não de piedade, pois nem os reis podem ir ao paraíso sem levar consigo os ladrões, nem os ladrões podem ir ao inferno sem levar, com eles, os reis.

Louvado em São Tomás de Aquino e Santo Agostinho, vergastou os grandes que sabia ladrões, parte deles na Corte Real. Sem nomear quem quer que fosse, muitos que o ouviam sabiam ser seus alvos. Como vários santos trataram de ladrões protegidos pelos reis, advertiu: “O que vemos praticar em todos os reinos do mundo é, em vez de os reis levarem consigo os ladrões ao paraíso, os ladrões são os que levam consigo os reis ao inferno”.

Concluídas as invectivas, disse estar respondendo a Sua Majestade, que lhe perguntava se havia ou não conveniência de unirem-se as duas capitanias, do Maranhão e do Pará, em um só governo ou em dois. Menos mal - disse ele - será melhor um ladrão que dois, já que é mais difícil achar dois homens de bem.

Temos, hoje, 27 governadores e 38 ministros de Estado. Padre Vieira teria de mudar seus exemplos, pensando quão difícil é indicar não dois, mas muitos homens de bem para assessorarem Suas Excelências, sem o receio de desagradáveis procedimentos que os levem, junto com os protegidos, ao inferno. Há que fugirem de tal futuro os três poderes da República, bem assim as organizações sindicais patronais, até de terceiro grau, a representar milhares de empresários.

O quadro atual da desalentadora corrupção, que parece endêmica, bem mereceria uma defesa de tese de doutorado, receita para prevenir, evitar e impedir que o inferno do padre Vieira venha a ter dificuldade de alojá-los, tantos são. A triste realidade brasileira pode ser objeto não das increpações substantivas do padre Vieira, mas as adjetivas de seu contemporâneo Souza Macedo, o verdadeiro autor de A arte de furtar.

Não temos reis para ouvir, ao lado de seus ladrões, fingindo não saber nada, mas render-se aos indícios escandalosos de desonra, de pérfido exemplo, sobretudo para os jovens. São tantos, de pertinente autoridade não honrada, que, parodiando Norberto Bobbio, já não despertam a “santa indignação” que os provocava o furto do dinheiro público.

Repetir-se-ia, séculos depois, a engenhosa imaginação de Machado ao comparar as diversas fraudes com a conjugação dos tempos e modos do verbo rápio, de que derivam nosso rapinar e o substantivo rapina. Furtam pelo modo indicativo presente, quando, noviços, louvam os veteranos nas lições de como furtar nas licitações; pelo modo imperativo, mandando terceiros receber a propina depositada nos bancos ou no cofre das secretárias dos grandes empresários, e especialmente o imperativo negativo, ao bradarem, ofendidos, nunca terem recebido propina nem conhecerem sequer o propinador; pelo conjuntivo, lobistas experientes, que conjuntam a sua argúcia ao cabedal de magistrados, negociando suas sentenças, ou ao parlamentar zeloso e habilidoso a aprovar emendas para obras em que tem generosa participação e, descarado, ainda tenta chantagear o governo a cuja bancada pertence; pelo modo permissivo porque permitem que se furte, desde que se reparta o furto; pelo modo infinitivo, quando acha pouco e pede mais; e finalmente furtam pelo modo mais-que-perfeito, construindo pontes que ligam o nada ao nada coniventes com governador.

Mas o que essa novela Gautama mais estranha são os substantivos cuja significação varia com a mudança do gênero, em que Zuleide muda em Zuleido, original na troca e nada original na arte de furtar. Tantos se anteciparam, a ele, como os graúdos petistas, por exemplo, que surrupiaram, através de um intermediário experimentado na profissão de fraudador, muitos milhões de reais e quase mais ninguém se lembra disso. Talvez porque foram modestos e não furtaram o bilhão e meio de reais que o masculino de Zuleide amealhou em inocentes relações com seis ministérios e dezenas de honestos representantes de nosso povo.

Jarbas Passarinho foi ministro, senador, governador e é escritor

Agora, temos um excelente artigo do Laurence:ame-o ou...

Por Laurence Bittencourt Leite, jornalista

A política brasileira caberia num romance de Dostoievski, mas não certamente em “Crime e Castigo”. Aqui só há o crime. Lembrei-me dessa frase lendo a primorosa crônica do jornalista Woden Madruga do último sábado sobre a “mentira” no nosso mundo (ou seria submundo?) político. Lembrei-me também que no Brasil nunca (já imagino os defensores!) ganhamos um prêmio Nobel. Vale acrescentar: em nada. Nadica de nada. Talvez muitos quisessem acabar até mesmo com a Física e a Química porque seus cientistas criaram a energia a vapor que criou a revolução industrial. Quanta, quanta picaretagem. Mas haveria um Nobel que se fosse instituído nós seriamos imbatíveis: Nobel de corrupção. Nesse nós somos Phd, com todos os “méritos”. Nesse nós exportamos “tecnologia”. O crime da corrupção, esse, esse é o nosso grande “patrimônio cultural”, acrescido do dificílimo mérito de não haver o castigo.

Lembro agora que na década de 80, Henry Kissinger, em entrevista a jornalistas brasileiros, disse que o Brasil era o maior potencial econômico do mundo. Sequer falava-se em China ou Índia. Percebam. No entanto, outra figura notável, essa do mundo das letras, Stefan Zweig escreveu um livro chamado “Brasil, o país do futuro”. O primeiro, Kissinger, hoje, ninguém mais fala. E Zweig suicidou-se. Como acréscimo aconselho a leitura do livro biográfico do jornalista Alberto Dines sobre Zweig chamado “Morte no paraíso”. O paraíso, claro, é o Brasil. O paraíso fiscal, o paraíso das incoerências, da corrupção.

Mas numa coisa eu posso concordar tanto com Kissinger quanto com Zweig. Nossas riquezas são imensas, inúmeras. Mas estão enterradas. De que valem? A questão é que para desenterrá-las nos falta cabeça. Falta “cérebro” para explorá-las. Não conheço nenhuma árvore, que sozinha produza papel, é preciso a parte do homem, para explorar a árvore, que se faz o papel que se faz o jornal, por exemplo. Mas nosso cérebro só funciona quando é para a exploração política. Exploração, mentira e corrupção. Ai, ele é imbatível. Eis a nossa civilização. Uma civilização sem culpa.

E qual a raiz a sociológica ou psicológica para não mentir? Sem dúvida, o medo da punição. Esse é outro nosso grande mérito: nós abolimos a punição. Somos um país livre. É outro nosso paradoxo. Aqui se muda de ideologia como se muda de roupa. Aqui se muda de partido sem nenhum constrangimento. E nesse momento, eu fico me perguntando para aqueles que defendem a sociedade: onde está a força da nossa sociedade para punir a mentira, o excesso? Essa sociedade é uma miragem? Ou justamente pelo (excesso) de miséria se torna manipulável? Algo natural ou premeditado?

Aqui o que temos é o Estado gastador, assistencialista e provedor. Que vai entregar casa, comida e roupa lavada. Mas sem acabar com a miséria. Percebem a contradição? É a saída marota? Os pobres se avolumam com seus pedidos porque a idéia não é acabar com a miséria e sim “explorar” a miséria. A nossa política se faz com o assistencialismo que nunca termina com a miséria. É o Estado gerador da dependência.mamando

O incrível é que passamos mais de vinte anos de ditadura militar combatendo e criticando a dependência educacional, a dependência financeira, a dependência econômica da miséria, dos pobres ingnorantes e miseráveis. O combate, Jesus, hoje sabemos, era apenas para mudar de “dono” do Estado, ou de “dono” do poder. Resolver e acabar com a miséria pela geração de emprego e trabalho eles não querem nunca. Eles vivem de “dar” as coisas, mas esse “dar” é com o dinheiro dos outros, e pressupõe a continuação, a perpetuação da miséria. Pobre dependência.

Quem foi mesmo que disse que o homem se tornava homem quando recebia seu primeiro salário? Ah sim, foi Sartre. Ok. Mas repito: o nosso Nobel disparado seria o da corrupção. Esse é nosso eternamente.

Se não houver uma reforma política profunda, feita e comandada

pelos eleitores, a tendência é de um quadro pior no futuro

próximo, e de uma revolução violenta e sangrenta para tirar do

poder estes verdadeiros sanguesugas e carrapatos que não

querem largar o conforto de sugar o sangue dos brasileiros sem

serem importunados

cosa nostra

August 5, 2009

Os incríveis?

Filed under: ABOBRINHAS, REFORMAS, administração, educação, governo, política, Ética — rlaf44 @ 2:13 pm

Os incríveis?obras clásicas

É mesmo impressionante a passividade dos brasileiros.

Nós pagamos direta e indiretamente a maior carga tributária do

mundo civilizado, e não recebemos em troca absolutamente nada.

Deveríamos ser sem nenhuma dúvida, o país com a melhor

educação básica, a melhor saúde pública e o país de melhor

segurança no mundo.tranquilidade

Somos acreditem ou não exatamente o contrário. Somos na visão

do resto do mundo, um país de otários, que elegemos para

presidente um imbecil que roda o mundo inteiro falando

abobrinhas e que para representantes no congresso mantemos de

forma coagida pelas atuais leis os mesmos corruptos que deram o

Brasil o título de campeão de corrupção no mundo.

E os incríveis sofredores, deram ao Lula mais de 80% de

aprovação. Inrível, incrível mesmoseguindo lula

Depois de assistir na mídia local, e também na mídia

internacional, os escândalos cometidos dentro do senado federal.

Depois de ouvir nas rádios, o presidente do congresso contratar

sem concurso o namorado de sua neta para trabalhar no senado

federal, dizendo em alto e bom tom que a vaga existente é mesmo

da família, como se o voto de confiança recebido sem merecer do

estado do Amapá, também lhe dava o direito vitalício de um

pedaço do Senado Federal.   Depois de ouvir o presidente do

conselho de ética do Senado Federal, que não representa

ninguém, pois não recebeu nenhum voto para ocupar a posição

ocupada, adiantou para os eleitores a remissão do Senador

Sarney de qualquer culpa seja lá o que for.

O povo não faz nada.mausoleo

Em um país mais sério, este crápula do Duque seria linchado em

praça pública.

Mas este começo de post, nada tem haver com o assunto que me

trouxe hoje por aqui.

O povo brasileiro, além de pagar estes impostos abusivos, ainda

paga mais em forma de várias multas.

É verdade que as multas mais freqüentes atingem mais a classe

média, nas formas de multas de trânsito, mas também é a classe

média que suporta a maior carga tributária.

É também a classe média que tem maior acesso à mídia de todas

as formas e está mais informada sobre todos os assuntos.

E mesmo assim, esta classe tão sofrida, paga sem muito

questionar, este abuso que é a indústria das multas de trânsito.

E as administrações locais, principalmente as administrações

municipais, estão inventando a cada dia, mais uma maneira de

cobrar mais multas para poder financiar e saciar a sua fome por

recursos que são usados espuriamente da forma que lhes convier.

É também verdade, que o Código de Transito Brasileiro (CTB),

prevê que as multas de trânsito devam ser usadas na melhoria no

trânsito.mudando o senado

Esta disposição, é muito vaga e apesar de bem intencionada, leva

a más interpretações do assunto, deixando aberta a porta da

informalidade.

Por exemplo, no DF, o governador anuncia que as multas de

trânsito estão ajudando na implementação da segurança no

trânsito. Com este dinheiro, que não é pouco (aproximadamente

500 milhões de reais ao ano), ele contrata mais agentes para

multar, instala mais radares para multar mais, e a segurança está

em baixa, pois os acidentes continuam acontecendo, os roubos de

veículos aumentaram escandalosamente e as infrações que

causam muitos problemas com estacionamentos proibidos, estão

acontecendo em todos os recantos do DF.

E esta arrecadação escandalosa de multas, inconstitucionalmente

já faz parte da receita do DF.

Pensem como isto está totalmente errado.o pinto

A receita de qualquer município, estado ou da nação tem que ser

feita antecipadamente em forma de previsão orçamentária, que

deve ser aprovada, pelas câmaras de representantes, de cada

unidade.

Portanto esta arrecadação de multas, não pode ser parte da

receita, pois, teoricamente, não deveria existir se o povo se

educasse e parassem de cometer infrações.

Mas, com a fome de arrecadar cada vez mais, inventam há todos

os instantes, maneiras, regras idiotas, apenas para poderem ter

uma desculpa para continuar a usufruir desta arrecadação

espúria.

Esta arrecadação também promove outra infração como o

suborno que freqüentemente acontece quando um oficial recebe

do cidadão alguma recompensa para não emitir a multa.

E esta situação está em tendência de alta, sem muita perspectiva

de acabar.

Isto precisa acabar sim. Esta indústria da multa, qualquer multa,

tem que ser coibida de alguma forma.

Realmente, a multa tem que existir, pois sem ela os abusos

tendem a aumentar.

O que fazer então????

Eu tive outro dia uma idéia, que precisa ser difundida e encontrar

algum representante honesto o suficiente para apresentar no

congresso.

Seria criado o Fundo Nacional da Multa.

Toda e qualquer multa aplicada punitivamente a qualquer

cidadão ou pessoa jurídica, seria depositado neste fundo único.

Isto se aplica a qualquer unidade federativa seja município,

estado ou união.

Os recursos arrecadados neste fundo seriam distribuídos

diretamente e, igualmente no Ensino Básico e na Saúde Pública.

O TCU, o Ministério Público e uma comissão de representantes,

iriam fiscalizar esta distribuição, ficando totalmente proibido,

repassar estes fundos para qualquer ministério, secretaria ou

qualquer outro órgão que não o usuário final, como uma escola

ou hospital público que deveria apresentar ao fundo uma

necessidade emergencial, que seria analisada pelo conselho

dentro do fundo.

Os motivos poderiam ser os mais diversos, como uma melhoria

nos salários, dos médicos e professores para incentivar médicos

e professores decentes em municípios mais pobres.

A compra de materiais de emergência para escolas e municípios

pobres.

Não poderiam ser usados estes recursos para obras inteiras como

construção de hospitais ou escolas novas, pois isto poderia

reverter em distorções nas distribuições e em corrupção durante

as obras como super faturamento, etc.

Os membros e diretores deste fundo seriam remunerados pelos

órgãos a que pertencerem sem retirar do fundo absolutamente

nenhum centavo para o funcionamento deste.

As medidas legais e os estatutos do fundo seriam criados por

entidades com experiência jurídica legal como a OAB ou algo

parecido.

Com esta medida, a fome arrecadatória seria amainada, e as

escolas e hospitais públicos iriam se beneficiar destas multas.

Vamos gente, vamos deixar de ficar incrivelmente passivos, e

mostrar para os incrivelmente corruptos que o povo também tem

vontade de fazer as coisas acontecerem, sem legislar em causa

própria.

E para dar um exemplo de alguém que não está na impassividade,

leiam este Email que recebi, dando credito a este professor da

USP.

FORREST LULA (o professor foi genial)

Finalmente alguém abordou o tema com uma simplicidade

franciscana, foi direto ao ponto.

O melhor de tudo é que o autor é docente de uma grande

universidade onde, via de regra, a grande maioria é de esquerda,

festiva, burra e eleitora de LULA.

APROVEITEM A ANALISE INTELIGENTE DO PROFESSOR DA

USP Wagner Valenti*

Professor da USP / Departamento de Biologia Aplicada. Esse

professor da USP fez um belo resumo, que aí vai ….

‘Todos conhecem o filme Forrest Gump , que narra a história de

um imbecil que sobe na vida auxiliado por circunstâncias a ele

absurdamente favoráveis.

Pois nós brasileiros temos aqui nosso Forrest Lula, pelas razões

que apresentarei abaixo.

1) Ele pensa que chegou a presidente pela competência, mas foi

por uma junção entre sua persistência malufiana e o

‘mudancismo’ do eleitor, que só pelo desejo de mudar nem se

sabe o quê vota alternadamente em candidatos como Collor e

Maluf, e depois em Lula & companhia.

2) Ele pensa que é respeitado lá fora, mas não passa de uma

curiosidade zoológica, como o mico-leão dourado. A esquerda

romântica de lá acha lindo um operário do terceiro mundo ter

virado presidente: Se ele é competente ou não, o terceiro mundo

que se dane. Ele recebe essa corda toda e acredita.

3 ) Ele pensa que trouxe programas sociais, mas a única coisa que

o PT fez foi proteger os terroristas sem-terra, e transformar o

bolsa-escola em bolsa-esmola.

4) Ele pensa que faz sucesso com a imprensa, mas na verdade

contou, pelo menos até os recentes escândalos, com uma

imprensa domesticada e cordial.

5) Ele pensa que não existe ninguém que possa questioná-lo tanto

em ética quanto em política, mas isso só acontece por que ele

nunca se expôs a entrevistas coletivas sérias, com jornalistas

especializados, onde teria de dar uma satisfação objetiva de seu

desempenho.

6) Ele pensa que é imune a essa crise porque seu percentual de

aprovação ainda é alto, mas as pessoas que ainda confiam nele são

aquelas tão avessas à leitura quanto seu presidente, e por isso

nem sabem o que acontece.

7) Ele pensa que é responsável pelo sucesso da política

econômica, mas isso aconteceu porque a diretriz econômica foi a

única herança do governo anterior que ele não estragou.

8) Ele pensa que causou o aumento das exportações, embora isso

tenha sido

conseqüência de uma série de fatores anteriores a seu governo,

mais as circunstâncias favoráveis no cenário internacional.

9) Ele pensa que não sofrerá impeachment por estar acima de

tudo o que acontece, embora Collor tenha sido defenestrado por

muito menos. Na verdade, ele só vai ficar lá porque não interessa

a ninguém transformá-lo em mártir,

dando-lhe chance de retornar à cena política, ao mesmo tempo

que ninguém quer ver o escroto do Alencar tomar o poder e

arruinar a política macro-econômica..

Wagner Valenti* Professor da USP / Departamento de Biologia

Aplicada ‘ ..

(*) é um bom prof. de Biologia, pois, mostrou que entende bem

de moluscos, vermes e parasitas…

ditadura

July 2, 2009

O grande galinheiro.

Filed under: ABOBRINHAS, IMPUNIDADE, administração, governo, política, Ética — rlaf44 @ 11:01 pm

O grande galinheiro.a faixa

No Brasil, não existe nenhuma ideologia política. Não existe verdadeiramente uma direita, nem uma esquerda, nem algum partido de centro que combine as duas ideologias e retire delas o que tem de melhor, formando com isto uma nova ideologia que seria uma coisa de centro. Existem sim palavras soltas e vazias, dentro das notícias, blogs, e artigos, falando de direita, esquerda, e centro esquerdo, centro direito, centro, etc., mas sem poder dar uma definição realmente o que seja isto. Os partidos políticos têm suas legendas, onde especificam suas posições ideológicas, mas os membros deste partido que deveriam seguir as regras do partido não o fazem, vivendo uma vida à parte, e fazendo a política fisiológica e de interesse próprio.a quadrilha

Depois de observar por anos o comportamento dos políticos brasileiros, formei uma opinião sobre o sistema existente no Brasil.

A arena política brasileira é um grande galinheiro, onde existe poleiro apenas para menos da metade das galinhas, e onde a comida farta também se restringe às galinhas no poleiro. As outras galinhas, que não conseguiram subir ao poleiro, ficam no chão, comem o que sobra, e sua vida é tentar desbancar algum animal de seu poleiro para ocupar o seu lugar. Morando e dormindo debaixo do poleiro, estes indivíduos que estão tentando subir, são constantemente sujeitos às fezes dos outros que defecam o tempo todo em cima deles.

E não adianta ter idéias ou ideais bonitos tentando chegar a algum lugar na parte de cima, tem que haver alguma forma de se fazer amigos no poleiro, e através dos amigos, irem conseguindo subir e sair do chão.  No galinheiro não se usa ou se pratica algum sistema ideológico, mas sobrevive um sistema fisiológico.

A culpa do senaqdoO mais impressionante deste galinheiro, é que os donos das galinhas (os que pagam por tudo isto) (o povo) não podem interferir, não podem mudar nada, porque as galinhas criaram durante anos, um sistema de leis que as protegem e que impede aos donos das galinhas de efetuarem qualquer mudança no galinheiro.

No sistema existente hoje no Brasil, disfarçado em democracia, os donos das galinhas obedecem à vontade das galinhas, e pacificamente vêm os absurdos acontecendo, e seguem sustentando com comida e conforto, estas malditas galinhas que estão dando ordem para eles.

O Galo mor e sua farsa.a camuyflagem

Atualmente, ocupa a posição mais alta no poleiro, um galo velho, que apesar da idade, têm muita experiência em sobreviver aos ataques dos mais novos pretendentes à sua posição.

Este galo é uma grande farsa, sua vida é uma farsa e até o seu nome tem algo de irreal.

Ao nascer foi batizado de José Ribamar de Araujo Costa, e para fins eleitorais, trocou o seu nome em 1865, retirando o Ribamar e adotando o nome de seu pai SARNEY. Não existe em nenhum lugar na internet, alguma referencia a outro nome ou sobrenome SARNEY. Dizem por aí, sem realmente muita convicção, que este nome é uma aglutinação modificada de Sir Ney, um senhor de origem inglesa que mantinha uma fazenda onde o pai do José Ribamar trabalhava e era conhecido nos comércios locais como o José do Sir Ney que evoluiu para SARNEY. Seja como for, seu nome verdadeiro foi preterido para fins políticos, constituindo a primeira farsa em sua carreira política.a minha merda

Ele foi presidente da ARENA, partido do governo militar, e hoje integra os quadros do PMDB, que era a oposição da ARENA, confirmando assim que os partidos políticos brasileiros são apenas nomes e não ideologias.

A necessidade do momento faz e mudança de ideologia, confirmando a teoria do galinheiro.

José Ribamar ocupou depois de vários cargos políticos a cadeira maior da política como presidente da república, entrando suspeitamente pelas portas do fundo, quando o presidente eleito, Tancredo Neves morreu misteriosamente. Deveria ter havido outro sufrágio, mas foi tudo aconchavado e protegido pelo seu ministro da Guerra, assumiu na marra como presidente da republica, sendo desta forma também uma farsa do galo mor.

A sarneylandiaOutra de suas façanhas políticas, foi simbolicamente mudar a sua residência para o Estado do Amapá, onde se candidatou senador da república. Foi eleito suspeitamente, com o maior índice de rejeição na história política do estado.  Como realmente reside no Maranhão, onde tudo por lá é da família Sarney, causou uma discrepância no sistema político de representatividade estadual, pois ele realmente defende os interesses do seu estado natal que é o Maranhão e não o Amapá. Ficando desta forma o Maranhão com quatro senadores, e o Amapá com apenas dois. Mais uma de suas farsas políticas.

Vou mencionar mais uma farsa. Consiste em sua posição na Academia Brasileira de Letras que deveria ser constituída por escritores que fizeram do português brasileiro, uma profissão escrevendo artigos e livros. Obras estas formando tendências literárias, e que serviram para identificar o autor como um formador destas tendências. Um dos mais recentes e falecidos membros desta academia foi o baiano Jorge Amado, que deixou de herança uma obra literária, traduzida em vários idiomas. Outro personagem, que foi a primeira mulher a fazer parte da academia foi a escritora cearense Rachel de Queiróz que em 1977 foi aceita como membro desta academia. Seu primeiro presidente foi o carioca Machado de Assis, que nos legou uma obra literária reconhecida em todo o mundo. abolição do bigode

O motivo da fundação da academia foi “O cultivo da Língua e da Literatura Nacional”, e eu entendo que para se escolher um novo membro este deve deixar em sua obra este parâmetros pétreos instituídos da fundação da ABL.

O José Ribamar é membro desde 1980 ocupando a cadeira nº. 38

O patrono desta cadeira é nenhum menos do que Tobias Barreto que foi um filósofo, poeta, crítico e jurista brasileiro, com obras escritas em português e alemão, e formador de tendências literárias e filosóficas baseadas nos estudos da filosofia alemã.

A obra literária de José Ribamar é muito pobre em qualidade isto é e as tendências nela inseridas são confusas, os estilos variados e não existe nenhuma consistência que indique qualquer tendência. O que aparenta é que esta obra foi escrita por vários autores e adotada como uma obra do José Ribamar. a biografia

Obras do autor

Incluem-se entre as principais obras do autor José Ribamar:

* A pesca do curral (ensaio), 1953

* A canção inicial (poesia), 1954

* Norte das águas (contos), 1969

* Maribondos de fogo (poesia), 1978

* O parlamento necessário, 1982 (discursos, 2 volumes)

* Falas de bem-querer, 1983 (discursos)

* Dez contos escolhidos, 1985

a mascara* Brejal dos Guajas e outras histórias, 1985

* A palavra do presidente, 1985-1990 (discursos, 6 volumes)

* Sexta-feira, Folha, 1994 (crônica)

* O dono do mar (romance), 1995

* Amapá, a Terra onde o Brasil começa, 1998 (história)

* A onda liberal na hora da verdade, 1999 (crônica)

* Saraminda (romance), 2000

* Saudades mortas (poesia), 2002

* Canto de página, 2002 (crônica)

* Crônicas do Brasil contemporâneo, 2004, 2 volumesAgente de empregos

* Tempo de pacotilha, 2004

* 20 anos de democracia, 2005 (discursos, 2 volumes)

* 20 anos do Plano Cruzado, 2006 (discursos)

* Semana sim, outra também, 2006 (crônica)

* A duquesa vale uma missa (romance), 2007

Eu, pessoalmente li várias delas, estou muito longe de me considerar um crítico literário, mas tenho certo gosto por obras finas e bem escritas e de estilos consagrados e consistentes, e a presença do José Ribamar na ABL, empobrece a cultura nacional em minha humilde opinião.

Fora estes mencionados desvios da ética profissional, atualmente existem inúmeros casos no galinheiro dos representantes, onde a honestidade, hombridade e ética do seu galo Mor está em dúvida com a contratação da vários parentes, l contratação do administrador do senado a quinze anos e que foi exonerado e está sendo investigado, e elevação dos salários transformando funcionários comuns em diretores. Somente aí o estrago foi tremendo, pois o Senado tinha aproximadamente 500 diretores sem a menor necessidade. Isto custando para os donos das galinhas uma fortuna.

Alguns dos atos a serem investigados:atos secretos

1) Maria do Carmo Macieira, sobrinha de Sarney, foi nomeada por ato secreto no gabinete da senadora Roseana Sarney;

2) Vera Portela Macieira Borges, sobrinha de Sarney, foi nomeada por ato secreto no gabinete do senador Delcídio Amaral, em Campo Grande;

3) João Fernando Sarney, neto de Sarney, foi nomeado e exonerado por ato secreto do gabinete do senador Epitácio Cafeteira;

4) Rosângela Terezinha Michels Gonçalves, mãe de João Fernando Sarney, neto de Sarney, foi nomeada logo após a exoneração do seu filho;

5) Nathalie Rondeau, filha do ex-ministro Silas Rondeau e afilhado político do Sarney, foi nomeada para trabalhar no Conselho Editorial do Senado; Sarney preside o Conselho;

atos secretos 26) Amaury de Jesus Machado (“secreta”), funcionário da senadora Roseana Sarney na casa dela em Brasília, é lotado no gabinete da senadora Roseana Sarney;

7) José Sarney emprestou seu imóvel funcional ao ex- senador e seu aliado Bello Parga;

8) Elga Mara Teixeira Lopes, especialista em campanha eleitoral, foi nomeada e exonerada através de ato secreto entre o 1º e o 2º turno da campanha de Roseana Sarney para o governo do Maranhão, em 2006; Um ato secreto cancelou a exoneração para preservar o salário de Elga;

9) Valéria Freire dos Santos, viúva de um ex-motorista do Sarney, mora há quatro anos num imóvel localizado no térreo de um dos prédios exclusivos para os senadores. Ocupa cargo comissionado no Senado Federal;

10) Fausto Rabelo Cosendey, gerente administrativo da empresa do neto do Sarney (SARCRIS, no Maranhão) José Adriano Sarney, é lotado no gabinete do deputado Sarney Filho;Atos secretos 3

11) Isabella Murad, sobrinha de Jorge Murad (marido de Roseana e genro de Sarney), foi nomeada por ato secreto para o gabinete de Epitácio Cafeteira. Ela mora na Espanha;

12) Virgínia Murad de Araújo, prima de Jorge Murad (marido de Roseana e genro de Sarney), foi nomeada no gabinete da liderança do governo no congresso pela Roseana Sarney;

13) Ivan Celso, irmão de Sarney, teve cargo de confiança no Senado;

14) Fernando Nelmásio Silva Belfort, diretor executivo do museu e também mausoléu de Sarney, foi lotado na Liderança do Congresso Nacional;

atos quase secretos15) Shirley Duarte de Araújo, cunhada de Sarney, foi lotada durante seis anos no gabinete da senadora Roseana Sarney;

16) José Sarney encabeça os atos que criaram pelo menos 70% dos cargos de direção da Casa;

17) José Sarney recebia auxílio moradia no valor de R$ 3.800 mesmo tendo casa em Brasília;

18) José Sarney ordenou que quatro servidores da área de segurança do Senado Federal fossem deslocados para reforçarem a segurança de sua residência no Maranhão.

E este Galo Mor está sendo protegido por outro galo ainda maior, que é o Lula que disse em alto e bom tom que o José Ribamar tem que ser reverenciado como uma pessoa diferenciada e que não poderemos investigá-lo sem danos maiores para a imagem do Brasil.a fedentina

Ora Lula, vá se lascar com mais esta abobrinha, está claro que o Zé Ribamar tem grande parte do PMDB debaixo da unha e sem o PMDB adeus Dilma Rousifu para 2010. Então, não devemos criar  atrito entre o PMDB e o atual governo, com o risco de não emplacar o seu candidato.

O povo é que se f……, o Zé Ribamar não pode ficar nervoso, pois pode acabar com a candidatura da Dilma.

Para justificar mais uma de suas asneiras este apedeuta que provavelmente não conhece nada escrito pelo Ribamar, anda espalhando por aí irresponsavelmente que as investigações no senado estão sendo uma armação da oposição para emplacar como presidente das galinhas, um senador da oposição o goiano Marconi Perilo que é o vice-presidente da casa.

Senhor apedeuta, este vice não apareceu aí agora, mas foi eleito como eleito foi você.

Assalto2Quem o elegeu, foram as mesmas galinhas que estão aprovando tudo que a administração envia ao congresso. Caçar o Ribamar por falta de ética deve ser um dever do galinheiro e assumir uma galinha da oposição é uma pratica legal até para um apedeuta como o Lula. a realidade

March 13, 2009

O Lula, o Câncer e o Tsunami.

Filed under: ABOBRINHAS, administração, economia, governo, política, Ética — rlaf44 @ 3:13 pm

O Lula, o Câncer e o Tsunami.uma-bonita-historia

Outro dia, lendo com sempre faço as repercussões e o pulso da mídia geral encontrei um artigo do coronel, (http://coturnonoturno.blogspot.com/) muito bem escrito e apropriado para a atual situação.

O Blog do Coronel tem sido chamado de “Apócrifo”, pois o autor é apenas parcialmente identificado como Coronel e se proclama professor.

Seria muito bom que ele se identificasse totalmente para dar mais transparência aos seus bons artigos como este que vou reproduzir abaixo.

O Roque Sponholz , sem nenhum medo se identifica totalmente e suas criticas ao governo são realmente pesadas e muito bem feitas.

Lula e o câncer.pego-na-mentira

Lula disse ontem a empresários que a “coragem” do vice-presidente José Alencar deve servir de “inspiração” para vencer os obstáculos da crise. Na sua luta contra o câncer, Alencar recentemente passou 27 dias internado por conta de uma cirurgia no abdôme para retirar nove tumores cancerígenos.A seguir, Lula narrou a volta de Alencar ao Planalto, sorridente e bem-disposto. “O caso dele deve me inspirar, inspirar os ministros e toda a iniciativa privada”, disse. Se para Lula o Brasil está com câncer, ele não foi contraído nos últimos seis meses, mas sim nos últimos seis anos em que o aparelho petista está no comando do país. Não podemos esquecer que enquanto o câncer roía a economia por dentro, Lula comemorava a ausência dos seus efeitos, espalhando aos quatro ventos o famoso “nunca na história deste país”. O remédio lulista contra o câncer que aí está sempre foi anestésico ou de uso tópico. A Bolsa Família. Os empréstimos consignados. O empreguismo dos 200 mil companheiros. O mensalão. O loteamento do país com os corruptos do PMDB. A roubalheira dos fundos de pensão. Os juros estratosféricos. A dívida pública interna impagável. O deficit público que cresce 10% mais do que o PIB. E, por último, um coquetel de drogas denominado PAC. Mesmo com o câncer se espalhando por todo o corpo, Lula continua tratando o doente com o remédio do populismo e do curandeirismo político. Não vem aí a casa de graça para o moribundo? O câncer petista está levando o país para um estado terminal. Ao contrário de Alencar, que tem o Sírio-Libanês, o povo brasileiro tem apenas a fila do SUS. Desejamos que, pelo menos lá, os 84% finalmente descubram quem vem há seis anos matando o país. O nome deste câncer é Luiz Inácio Lula da Silva e extirpar este imenso tumor é a única chance de sobrevivência.

Postado por Coronel às 08:07:00eleitores-do-lula

Eu tenho criticado em vários artigos as coisas mencionadas no artigo do coronel, a falta de transparência, a falta de programas, o PAC, uma grande enganação, a falta de ética e honestidade, e principalmente a falta de capacidade de administrar o país.

Enquanto a coisa ia de carona na maré mansa do crescimento global, o Brasil ia de carona, e aproveitando a marola positiva. Se houvesse um pessoal competente para administrar a boa onda, em vez de estatizar tudo novamente, em vez de se concretizar dando esmolas, em vez de falar tantas mentiras, em vez de criar um programa mentiroso como o PAC onde os investimentos agendados nada mais são do que o que se haveria de fazer normalmente com os projetos de longo e médio prazo da Petrobras, que são 70% dos investimentos do PAC, o Brasil estaria bem melhor, e em situação de encarar esta crise olhando de cima para baixo em vez de se sentir acuado, e sem nenhum plano diretor para gerenciar esta crise.

O Grande enganador, primeiro chamou a crise de marolinha, depois ameaçou ligar para o Bush e mandar-lo cuidar de seus problemas sem envolver o Brasil, depois disse que o Natal deveria ser dos melhores já visto pelo povo brasileiro que deveria gastar sem dó nem piedade porque a crise não se instalaria no Brasil. Este discurso foi depois da CVRD a Vale ter despedido mais de cinco mil trabalhadores. Ele disse que esta ação era falta de cidadania por parte da Vale. Ah bom, os impostos que a Vale paga ao governo e os dividendos que o governo tira, de lá de dentro, são conseguidos com uma administração enxuta e coerente, não com cabide para empregos como era antes.

Os fornecedores internacionais cancelaram todas as ordens futuras e o Magnânimo gostaria que a Vale continuasse minerando apenas para que não houvesse desemprego.

Por causa disto é que as estatais não podem dar certo.

O mesmo discurso foi feito depois que a Embraer, sem nenhum pedido novo e com os antigos cancelados despediu 4.000 funcionários.

E ainda o único plano para contornar esta crise foi fazer de conta que ela não existe.

E seu competente ministério, para puxar saco bateu em cima desta tese aclamando uma previsão de crescimento de 4/5% ao ano para 2009. O MMM, ou seja, Ministro Mantega Mentira, quando confrontado com a verdade pelos repórteres sobre as previsões de menos de 1%, saiu com esta pérola: lula-e-deus

- “A nossa meta continua sendo 4% de crescimento para 2009, se existem previsões diferentes, é problema das previsões, eu garanto que não vamos nos afastar de nossas metas”.

Que beleza ministro que beleza…..

No Estadão de hoje encontrei um bom artigo:

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090313/not_imp338121,0.php

o Autor , *Dionísio Dias Carneiro, economista, é diretor da Galanto Consultoria e do IEPE/CdG

terminou com um parágrafo interessante, e que poderia servir de modelo para os incompetentes que andam falando abobrinhas por todo o congresso e ministérios:

“O Brasil precisa de um diagnóstico realista. A exemplo de outros países, há um excesso de marketing político (“ a crise é dos ricos, eles que resolvam”, agora eles precisam do Estado”). Mas não há marketing bem-sucedido se não houver produto a vender. No caso da política, sem capacidade de processar os conflitos e encontrar uma estratégia nacional a partir de um diagnóstico adequado, não há como convidar empresários e consumidores a surfar uma onda que pode ser um tsunami.”

tsunami4

November 21, 2008

A pilantropia

Filed under: administração, governo, legislação, política, Ética — rlaf44 @ 11:25 pm

A pilantropiapilantropia

Apareceu esta nota no Claudio Humberto de hoje.

“A ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) disse que o Palácio do Planalto espera uma “solução do Legislativo” para a medida provisória das Filantrópicas. O presidente do Senado, Garibaldi Alves, devolveu esta semana a medida ao governo federal sobre o argumento de que ela “não atende a critérios de urgência e relevância para ser editada como MP”. Dilma afirmou que o governo não pretende reeditar a medida e negou que o Executivo quisesse anistiar filantrópicas em situação irregular. Nada satisfeita com a decisão do Senado, a ministra Garibaldi; “a decisão do governo era entregar ao Congresso a solução para o problema. Se não é assim, o senador Garibaldi que nos diga como é”.”

O que vocês acham da atitude desta ministra que tem uma folha corrida bem rica em pilantropias e ações criminais.

O Garibaldi foi mesmo direito e surpreendente.

Antes dele o congresso todo dizia “Amem” para qualquer bobagem que o executivo enviava ao congresso como medida emergencial e de urgência, como deveriam ser as medidas provisórias.pilantropia-2

E não apenas isto, o executivo enviava uma medida com um pouco de simpatia na folha de rosto, e no conteúdo estava também algo desagradável que poderia favorecer o executivo em detrimento do povo que o elegeu.

A Dilma quer que o Garibaldi diga o que o executivo deve fazer!!!

Isto é muito fácil.

Pergunte ao TCU, qual destas agenciam filantrópicas têm seus relatórios financeiros em dia e com os comprovantes atualizados e estas podem seguir em frente com suas filantropias.

As que aparecerem com dúvidas em seus relatórios fim da pilantropia e é somente isto ponto final.

Eta Brasilsabedoria-do-lula

Pontos para o Garibaldi Alves.

Também no Claudio Humberto, saiu esta resposta do executivo:

· Pilantropia: governo deixará MP ‘caducar’

O líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), antecipou ontem a esta coluna que a “MP da Pilantropia” vai caducar “por perda de objeto” e assegura que não pretende partir para o “confronto” com o presidente do Senado, por sua atitude de devolver a MP. Mas ele acha que o gesto de Garibaldi Alves é inaceitável porque cria um precedente histórico, com graves reflexos para a democracia, no futuro.

A medida provisória deveria ser aprovada simplesmente, salvando no bolo as agencias comandada pelo PT que estão todas irregulares, com grandes suspeitas de fraude.a-cota-do-otario-jpg

Não colou então o executivo está pensando em outra maneira para enviar outra disfarçada dentro de outra como sempre faz. A TV estatal do ?Lula foi aprovada desta forma. E que classe de emergência justifica a aprovação da medida da TV estatal?

boa-nota


October 2, 2008

Certamente, talvez.

Filed under: ABOBRINHAS, PAC, administração, educação, governo, política, Ética — rlaf44 @ 10:50 am

Certamente, talvez…..

Certamente, talvez seja uma das maiores crises que o mundo já viveu”.(Lula da Silva)

Que tremenda falta faz uma escolinha básica ao seu presidente.

Sem uma boa escola básica, que o presidente menospreza e despreza as 300.000 vagas universitárias que ele está apregoando vão ser preenchidas por pessoas como ele e o que sair destas vagas universitárias estarão envergonhando o mundo com suas asneiras.

Exatamente como ele.

E as obras do PAC (Programa de Aceleração da Corrupção)?

Desde que foi implementado, não pararam de sair notícias sobre as irregularidades nas obras do PAC.

Para início de conversa, o tal PAC, nada mais é do que as obrigatoriedades orçamentárias do governo sob um novo nome de mercado. 70% destes investimentos serão feitos pela Petrobrás, que já constavam de seus planos orçamentários de longo prazo. Os restantes 30%, são as obras que deveriam ter sido feitas no primeiro mandato, que foram esquecidas em favor do aparelhamento da máquina e o inchaço no governo.

Depois que a infra-estrutura desabou, o governo resolve fazer a toque de caixa o que deveria ter feito e que não foi feito e chama isto de PAC.

O resultado é o que se esperava, sem controle e com metas impossíveis de serem cumpridas, os recibos e notas são esquecidos em favor da urgência, o superfaturamento vira uma constante, e o contribuinte se encarrega de cobrir este enriquecimento ilícito.

Este enriquecimento não é privilégio das obras do PAC, o Flavio Luiz da Silva, não está executando nenhuma obra do PAC e se enriqueceu repentinamente, e provavelmente ilicitamente.

Na inútil e perigosa OBRA DA TRRANSPOSIÇÃO DAS ÁGUAS DO RIO SÃO FRANCISCO, o encarregado da obra, Agatunado Gedel Vieira Lima, gastou os primeiros 90 milhões com poucas ou nenhuma nota fiscal ou empenho regularizado e a obra foi embargada pelo TCU.

Vocês estão lembrado da famosa operação de emergência “Tapa Buracos” pouco antes das eleições de 2006 ?

Pois é 90% destas obras estão em dívida com o TCU, por falta de justificativa dos gastos.

O seu presidente (meu eu garanto que não é) como recompensa por este escalavro, por suas famosas abobrinhas ganha em uma pesquisa (questionável) 80% de aprovação do seu governo.

É mole?

Para não ficar como apenas fofoca reproduzo uma recente reportagem sobre as obras deste governo, e apenas a mais recente de várias que geralmente aparecem nas notícias.

Com estas freqüentes notícias e esta aprovação de 80%, fica evidente que 80% dos eleitores usam o jornal apenas para limpar o rabo

Leiam a reportagem:

TCU pede a paralisação de 48 obras da União

LORENNA RODRIGUES
da Folha Online, em Brasília

Atualizada às 16h26

O TCU (Tribunal de Contas da União) recomendou nesta terça-feira a paralisação de 48 obras federais, sendo 13 do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). A recomendação foi feita ao Congresso Nacional, que é quem decidirá pela paralisação ou não das obras.

Entre as obras do PAC está a construção do terceiro terminal de passageiros em Guarulhos (SP). O tribunal encontrou sobrepreço no projeto básico, além de restrições à competição no edital e outras irregularidades no documento. O tribunal pediu também a paralisação da reforma do aeroporto Santos Dumont (RJ), que, de acordo com o tribunal, apresentou alterações indevidas no projeto.

O tribunal pediu ainda a retenção do pagamento de 12 obras. O órgão encontrou ainda 78 obras com irregularidades, mas não recomendou a paralisação. Das 153 obras fiscalizadas, apenas 15 não tinham ressalvas.

A previsão é que as recomendações do tribunal tragam uma economia de R$ 3 bilhões aos cofres públicos. O total de obras fiscalizadas soma R$ 26 bilhões.

No ano passado, o tribunal determinou a paralisação de 77 obras, entre as quais a transposição do rio São Francisco

September 20, 2008

JK/Lula.

JK/Lula.

Quando vejo o Lula se comparar com Deus, todo poderoso, não me importo muito porque levo em consideração o seu nível de conhecimento e de experiência e tomo esta comparação por total ignorância e falta de bom senso.

Quando o vejo se comparar a Getúlio Vargas, também não dou muita importância porque apesar de Getúlio ter sido um populista como o Lula, e um ditador como o Lula desejaria ser, a época é outra e não consigo ver outro Getúlio surgindo da maré do petismo. Fico até esperançoso que como Getulio Vargas, “ele saia da vida para entrar para a história”.

Mas eu realmente saio do sério quando vejo o apedeuta querer se comparar ao JK.

O JK saiu também de uma juventude humilde e humildemente percorreu todos os caminhos políticos até chegar à presidência da Republica por seu mérito próprio e baseado em sua carreira profissional e política. Humildemente percorreu toda a carreira administrativa política sendo prefeito governador e presidente, angariando com isto experiência administrativa e currículo político que o levou a desempenhar o seu papel como presidente e cumprir sua meta de governo que foi tirar o Brasil de uma vida provinciana, e colocar o Brasil entre as nações em franco desenvolvimento. O seu lema de crescer cinqüenta anos em cinco, pode até ser considerado exagerado por alguns analistas, mas ele plantou esta semente que germinou e mudou a cara do Brasil.

O Lula, com uma origem também humilde, optou pelo caminho sindical onde impera o peleguismo e o favoritismo, onde os líderes tiram vantagens do sofrimento de seus companheiros, usam e abusam do direito de ganhar sem trabalhar. Dentro deste populismo sindical, o Lula, tendo ampla oportunidade de se aplicar, estudar alguma carreira, aprender outros idiomas, optou para não fazer nada disto confiante em seu carisma inegável para camuflar o seu despreparo em qualquer das áreas administrativas e políticas. Prova disto é que em sua única aparição política de sua carreira pré-presidencial, foi como deputado constituinte onde passou praticamente despercebido e nem participou da faina congressista.

Ultimamente o Lula anda dizendo para se esperar o ano de 2010 para que ele seja realmente reconhecido como o salvador da pátria depois que o seu “PAC” for totalmente aplicado e começar a dar frutos. Até disse que pode registrar em cartório esta afirmação. Que coisa mais ridícula.

Já pensou se o JK em vez de encarar todas as obras que realizou dissesse a mesma coisa.

Hoje não teríamos Brasília, Três Marias, Furnas, Indústria automobilística, Belém /Brasília, Rio/Brasília, Fernão Dias, e outras coisas que o JK prometeu e fez sem registrar em cartório nenhuma promessa idiota.

O que o Lula deveria ter feito e registrado em cartório, foram suas promessas de campanha presidenciais no primeiro e segundo mandato de:

1. Abaixar o nível de tarifas com uma reforma tributária/fiscal. Não somente não registrou como não realizou. Ao contrário aumentou a carga tributária brasileira, que segundo ele em sua campanha já era insustentável para o povo brasileiro.

2. Prometeu reparar o sistema previdenciário, que segundo ele era falta de vontade política, pois o sistema tinha dinheiro sobrando, mas era desviado pela corrupção e má gestão. Não fez nada disto como em seu primeiro mandato o seu ministro da previdência o atual presidente do PT Ricardo Berzoini quis obrigar todos os previdenciários incluindo os inválidos e idosos a enfrentarem uma tremenda fila nos prédios do INSS para provarem que existiam. Uma grande covardia e falta de bom senso.

3. Melhorar o ensino básico porque era uma vergonha um professor primário ganhar em Pernambuco R$ 15,00 por mês. Realmente o salário dos professores melhorou um pouco e recentemente foi decretado um piso salarial depois de cinco anos de governo. Mas o ensino continua fraco e nos testes escolares o Brasil continua nos últimos lugares entre os países testados. As universidades consomem quase toda a verba do MEC e o ensino básico que é o alicerce de toda a educação fica com as migalhas.

4. E por aí vai, promessas e promessas, como o seu programa “Fome Zero”, que fez água e parou como o “Primeiro Emprego” que também não vingou. Como suas promessas de parar com o desmatamento da Amazônia e que em seu governo foi o maior em todos os tempos.

Não há e nem pode haver nenhum termo de comparação entre os dois governos.

Hoje pela manhã ao ler o Blog da Adriana –

http://www.prosaepolitica.com.br/index.php

Encontrei um artigo do Giulio Sanmartini, que cita outro autor sobre este mesmo tema.

Vou reproduzir os dois:

O álcool fala mais alto

(Giulio Sanmartini) Tenho me referido à má administração do uso do álcool por parte do presidente Lula, que muitas coisas do que diz não fazem sentido por esse motivo. Todavia, comecei a preocupar-me de estar exagerando, por isso transcrevo abaixo trechos de um artigo do jornalista Cláudio Lessa, que tem um magnífico currículo: âncora da Rede Globo, Voz da América, Rádio JB e corresponde durante vários anos na Casa Branca. Me parece que nosso pensamentos coincidem:

E por falar em Fazendão, não é que Sua Etílica Excelência voltou ao descaramento de se comparar com JK? Devia estar de fogo, mais uma vez, quando deixou a língua se contorcer mais uma vez em torno dessa lorota. Logo com JK, que construiu Brasília, abriu estradas (a gigantesca Belém-Brasília é apenas uma delas), modernizou a indústria, estimulou a manutenção de um ambiente social que acabou propiciando o surgimento de fenômenos culturais (como a Bossa Nova), fenômenos esportivos (a vitória da Copa de 58 e o triunfo da tenista Maria Ester Bueno) e, sobretudo não teve o desprazer de ver seus companheiros de política e governo nas páginas policiais por causa corrupção, a ponto de quase ficar sozinho no palácio de governo.

Já o falastrão nunca fez nada em dois mandatos (JK só teve um), a não ser viajar, feliz da vida, depois de comprar os votos de 11 milhões de famílias com o bolsa-esmola; abominar publicamente a leitura e qualquer tipo de estímulo à formação cultural organizada de um povo inteiro que precisa desesperadamente disso para seguir em frente no mundo globalizado; agir como um boçal ao fazer a apologia do fumo, sem mostrar que possui a consciência da dimensão do cargo que ocupa, especialmente numa época em que a ciência comprova (e os hospitais estão abarrotados de gente morrendo de câncer de pulmão e enfisema) a necessidade premente de se coibir o uso dessas substâncias venenosas, enquanto o seu próprio ministro da Saúde está empenhado numa campanha nacional nesse sentido. Se na era JK buscava-se a excelência, na era atual a palavra de ordem é “mediocrizar a qualquer custo”.

“Não há comparação possível entre as duas figuras.

September 18, 2008

Peripécias da família real

Peripécias da família real

Na quarta feira dia 18 de setembro de 2008, o Diário Catarinense publicou uma reportagem sobre o novo escândalo rondando o bom(?) nome do Presidente Lula.

Apesar de um pouco mais afastado da família real, mas ainda fazendo muito parte dela, o genro do presidente, Marcelo Sato casado com a filha do Lula que foi renegada primeiro e depois admitida, Lurian Cordeiro, já teve em foco nos noticiários de suspeitas anteriores.

Obviamente nada foi comprovado porque nada foi apurado.

As primeiras denuncias pairaram sobre a Lurian que junto com a senadora Ideli Salvati (PT SC) formaram uma ONG denominada “Rede 13”. Esta ONG tinha como função principal a divulgação do programa chefe do primeiro governo(?) Lula, o “Fome Zero”.

Pelo que se tem notícia, o governo repassou uma verba inicial de 7,2 milhões para esta ONG, e a iniciativa privada contribuiu com mais uns 20 milhões. Nada desta verba foi devidamente contabilizada. O programa “Fome Zero” morreu de fome. Em meio do escândalo dos aloprados ou pouco antes, o churrasqueiro e quebra galhos do presidente o Chuveiro, digo Lorenzetti foi despachado em uma missão especial de enterrar a ONG “Rede 13” de forma definitiva e sem deixar rastros.

Dizem, obviamente sem comprovação definitiva, que o dinheiro desta ONG foi depositado em uma conta em Miami e ainda está por lá. Dizem também que parte deste dinheiro foi usada no escândalo dos aloprados. Este dinheiro dos aloprados se encontra ainda sem dono comprovado, e retido na Polícia Federal. (1,7 milhões de reais) Até que é pouco na monstruosa conjuntura de falcatruas que se empilharam durante esta governo(?).

A segunda notícia que eu fiquei sabendo, sobre a família da Lurian Cordeiro, foram os gastos com os cartões corporativos dos seguranças designados para sua proteção, onde incluíram materiais de construção e de academias etc.

A terceira notícia do envolvimento desta parte da família Lula, foi o arquivamento do suspeitíssimo caso do assassinato do prefeito Celso Daniel, onde sete das principais testemunhas pereceram em circunstâncias estranhas e extraordinárias. Este caso foi arquivado como um crime comum pela delegada Elisabete Sato. Ela é tia do marido da Lurian, o Marcelo Sato. Se tiverem curiosidade e tempo para lerem um pouco mais sobre o caso desta ação da delegada, podem ler aqui: http://www.reporterdiario.com.br/blogs/capitalsocial/?p=29

A matéria sobre o novo envolvimento da família Lula, em um novo escândalo pode ser lida parcialmente aqui, ou no site do “Diário Catarinense”:

http://www.clicrbs.com.br/blog/jsp/default.jsp?source=DYNAMIC,blog.BlogDataServer,getBlog&uf=2&local=18&template=3948.dwt&section=Blogs&post=104126&blog=24&coldir=1&topo=4023.dw

Tramita em sigilo nos porões da Polícia Federal de Itajaí um inquérito que pode complicar um deputado federal do PT e nada menos que um parente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Flagrados em grampos da Operação Influenza, o deputado Décio Lima (PT-SC) e Marcelo Sato, genro do presidente Lula, foram levados a dar explicações à imprensa nesta segunda-feira sobre conversas mantidas com o empresário Francisco Ramos, proprietário da Agrenco do Brasil S.A e um dos 24 presos por fraudes no Porto de Itajaí em 20 de junho. Sobre Ramos recaem suspeitas de patrocinar vantagens — computadores, hospedagens em hotéis e jatos fretados — em troca da interferência da dupla junto a órgãos federais. A ação seria comprovada por trechos como o que Ramos justifica a aquisição de dois note books: “Um pro Décio (Lima) e um pro (Marcelo) Sato”. Questionado sobre a frase, o próprio empresário esclarece.

- O cara (não especifica se está falando de Sato ou de Lima) me põe na frente do presidente, do ministro… Ele vem com essa indireta. Sou obrigado a comprar.

As explicações do deputado Décio Lima você confere aqui.

http://www.clicrbs.com.br/blog/jsp/default.jsp?source=DYNAMIC,blog.BlogDataServer,getBlog&uf=1&local=1&template=3948.dwt&section=Blogs&post=104238&blog=24&coldir=1&topo=3951.dwt

Além de agrados tecnológicos, Lima ainda teria voado em jatos fretados por Ramos, como comprovariam fotos registradas por agentes federais no momento em que o parlamentar embarcava na aeronave.

Além disso, o inquérito reproduz uma troca de e-mails entre as secretárias da Agrenco e do gabinete de Lima informando horários de vôos e locais de embarque e desembarque do deputado, em avião fretado, de Navegantes a Brasília. A Agrenco diz como serão os detalhes vôo, com a observação: “Avião fica esperando sr. Décio Lima terminar compromisso”.

Já com o genro de Lula, a conversa é a hospedagem em um hotel. Em 17 de abril de 2008, às 11h18min, Sato pergunta em gravação telefônica a Ramos se pode deixar “um hotel reservado para nós”. Documento da PF aponta que foram reservadas duas vagas em um hotel para o genro de Lula, mas não especifica em que cidade é a hospedagem.

A investigação da PF sustenta que o marido de Lurian Cordeiro Lula da Silva, filha do presidente, e o parlamentar petista teriam facilitado o acesso do empresário a órgãos do governo federal entre 10 de dezembro de 2007 e 6 de janeiro deste ano. Além de Lima, o relatório cita Jefferson Reichel, assessor do deputado. Parte das interceptações revela que Ramos, ao fazer contato com Lima, Sato e Reichel, tinha interesse de agilizar processos que envolviam a Agrenco no governo federal. Ramos era o principal acionista da empresa, que almejava produzir biodiesel em Caarapó (MS). Para tanto, segundo o relatório da PF, Ramos contou com a ajuda do trio em contatos com o Ibama, Agência Nacional do Petróleo e Receita Federal.

De acordo com o relatório da polícia, Lima recebeu pedido da Agrenco para que a resolução 41 de 2004 da ANP fosse adaptada a fim de autorizar a produção de biodiesel pela empresa. Depois do contato, a Agrenco teria conseguido a licença para operação da indústria. A PF cita ainda o fato de que a Agrenco doou R$ 170 mil para a campanha do petista nas eleições de 2006. A exportadora de grãos é suspeita de, entre outras irregularidades, simular negócios com produtores de soja, comprando carregamentos que não existiam.

Contrariado pelo vazamento das informações, o delegado da PF em Itajaí, Roberto Mário da Cunha Cordeiro, abriu inquérito para apurar o responsável pela divulgação de trechos com mais de 100 telefonemas e e-mails interceptados com autorização da Justiça. Cordeiro se recusa a dar detalhes da investigação que vai até 4 de outubro.

— A única coisa que posso dizer é que os dois (Sato e Lima) não são suspeitos e não estão sob investigação — resguarda-se Cordeiro.

Construída na Procuradoria Especializada no Combate ao Crime Organizado de Santa Catarina, a investigação que embasou a Operação Influenza, de fato, não investiga Lima. Por ter foro privilegiado, o parlamentar só poderia ser inquirido após autorização do Supremo Tribunal Federal. Leia trechos da conversas registradas no inquérito da PF e a defesa de Sato aqui.

http://www.clicrbs.com.br/pdf/5084656.pdf

Mais detalhes sobre o caso nas próximas horas.

È muito evidente de que a nova Polícia Federal, que começou ser renovada no governo FHC, está fazendo o seu trabalho investigativo, prendendo muitos suspeitos nesta administração Lula. É também evidente que parte destas prisões se deve ao fato de que nunca se transigiu tanto e de tantas formas como nesta administração Lula. E continua evidente também que a Família Real (Lula), e sua corte mais chegada, protagoniza total ou parcialmente grande parte destes inquéritos que convenientemente nunca passam de sua primeira fase.

Mas o Titanic está fazendo água e com tantos vazamentos, pode até ser considerado insubmergível, mas vai afundar, pelo bem da democracia e pelo bem do Brasil.

Encontrei esta reportagem abaixo no Blog do Reinaldo de Azevedo.

Ela cobre parte do mistério da cobertura de teflon que se instalou sobre a figura Lula.

LULA E O FATOR PAULO LACERDA

Prestem bastante atenção ao que vai a seguir. A prisão de Romero Menezes, o nº 2 da Polícia Federal — não entro, agora, no mérito sobre culpa ou inocência — foi praticamente imposta a Luiz Fernando Corrêa, o atual diretor-geral. É na polícia, e não em outro lugar qualquer, que se atribui ao grupo de Paulo Lacerda, o diretor afastado da Abin (consta que definitivamente), a seqüência de eventos que resultou em tal desfecho. Menezes é aliado de Corrêa, que nunca chegou a ter o comando efetivo da corporação. A prisão de seu imediato o fragiliza ainda mais.

Lacerda já deixou claro que não pretende sair pela porta dos fundos — da Abin ou do governo. E ele tem, se querem saber, algumas medalhas no peito, com muitos serviços prestados ao petismo e, por que não dizer?, ao próprio Lula. Vamos lá:

- Qual foi o contratempo criado pela Polícia Federal na questão do mensalão? Zero! Nenhum!

- Qual foi o contratempo criado pela Polícia Federal na questão da quebra do sigilo bancário do caseiro Francenildo? Zero! Nenhum!

- Qual foi o contratempo criado pela Polícia Federal na investigação do dossiê dos aloprados? Zero! Nenhum!

Quem era o diretor da Polícia Federal nesses três casos? Lacerda. Em compensação, ele tornou operativa a Polícia Federal de propaganda, aquela apta a cassar e caçar alguns ricos, o que permitiu a Lula anunciar o fim da impunidade dos poderosos. Como todos formos informados, Lula nunca soube de nada, não é mesmo? E Lacerda conferiu verossimilhança policial a essa versão.

A tendência, podem apostar, é a acomodação. O rearranjo terá de ser grande, profundo e subir alguns degraus na hierarquia. Qualquer que seja a direção da PF, uma coisa é certa: Tarso Genro não terá o comando dela. E, pois, Lula sentirá, cedo ou tarde, a necessidade de demiti-lo — ao menos da Justiça — se quiser que o órgão deixe de ser fonte de instabilidade. Mais: Lacerda quer o seu quinhão, nem que seja para exibir aos colegas.

O que isso quer dizer? Se não pode ter seu cargo de volta na PF ou na Abin, quer aliados seus em postos de chefia. Está com a vaidade ferida. E é um homem que sabe demais para permanecer como um canhão solto no convés. E acho que Lula acabará cedendo.

Vivemos o ponto extremo da balcanização dos órgãos de segurança do estado. E o motivo é um só. Nas democracias, polícias e órgãos de Inteligência exercem funções técnicas. Só as tiranias tornam a polícia um braço da política. O petismo resolveu inovar, tendo uma polícia politizada num regime democrático. O resultado é o que se vê.

Lula vai ter de ouvir a pauta de reivindicações de Lacerda. E sabe que vai. Mais do que isso: sabe por quê. E, suspeito, sabe que acabará cedendo.

September 13, 2008

O povo sempre tem o presidente que……

Filed under: ABOBRINHAS, Crime e vergonha, administração, governo, política — rlaf44 @ 4:27 pm

O povo sempre tem o presidente que……

Passando os olhos pelas notícias na rede, depois de ver o treino da fórmula 1, encontrei estas duas referencias na coluna do Cláudio Humberto:

País de lorotas

Se JK fez Brasília em três anos, não custa perguntar: qual universidade, estrada, usina, hospital, qualquer coisa, construída na era Lula?

JK era outro

O deputado José Carlos Aleluia (DEM-BA) não agüenta a insistência de Lula de comparar-se a Juscelino Kubitschek: “A história não registra que JK tenha sido obrigado a demitir os principais auxiliares”.

Com referencia à primeira delas, podem procurar que não tem.

O Lula inaugurou algumas obras iniciadas no governo passado, como a estrada de Brasília/Goiânia, duplicação da Fernão Dias ( esta realmente não sei se inaugurou) e coisas assim. Mas obra iniciada e terminada nos dois governos Lula, isto não tem.

A especialidade dele é inaugurar canteiros de obra.

Na segunda referencia, com autoria dada pelo CH ao deputado baiano José Carlos Aleluia, é bem verdade o que foi dito apenas que não somente o JK, mas nenhum outro governante brasileiro teve que trocar seus principais colaboradores por ilegalidades cometidas.

E quero fazer uma observação, que apesar de não ser apenas minha, não encontra hospedagem na mídia nacional.

Vocês se lembram da luta do governo para manter a CPMF? Luta esta até irregular, usando os ministérios, principalmente o da Fazenda e o da Saúde, para mentirem descaradamente até fazendo ameaças pela não continuação da CPMF.

Pois uma das causas desta boa onda da economia é a ausência deste imposto nojento que punia principalmente os pobres. O governo nunca irá admitir isto, mas vários economistas podem confirmar esta situação.

Esta crise mundial que aos poucos nos vai atingindo já estaria a pleno vapor se existisse a CPMF.

E segue o mistério!!!!

Como pode ser possível esta aprovação recorde do Lula?

64% - Data Folha -

Será possível que somente eu esteja errado?

Será que o bom trabalho reconhecido seja: roubar, dar cobertura a criminosos, não fazer absolutamente nada, promover o imbecil do filho a empresário de sucesso com o dinheiro do erário, deixar a esposa detonar o

jardim tombado do Burle Max no palácio da alvorada com uma estrela do PT, passear pelo mundo com sua galega à custa do povo, falar abobrinhas e mentiras, se comparar idiotamente a líderes do passado, doar as coisas do povo brasileiro à Bolívia (Refinarias da Petrobrás), construir estradas e pontes na Venezuela, com o dinheiro do BNDES, que é dos trabalhadores (75% do BNDES é do FAT), perdoar dívidas nos países africanos, vender para a Argentina energia mais barata do que custa gerar, e dizer todos os tipos de grosserias aos seus auxiliares e ministros, e mais outras barbaridades?

Este é o Lula que eu vejo, e que nos moldes de uma nação decente, já estaria fora há muito tempo.

Eta Brasil…..

August 22, 2008

Pesadelo

Filed under: Humor, administração, anedotas, governo, política, revolta — rlaf44 @ 12:06 pm

Pesadelo

Em uma eventual candidatura para presidente em 2010, onde a chapa vencedora fosse:

Presidente – Dilma Rousseff,

Vice - Gedel Vieira Lima,

Vocês podem imaginar o ministério:

Casa civil – Jader Barbalho

Fazenda – Paulo Maluf

Integração nacional - Anthony Garotinho

Agricultura – João Pedro Estédile

Justiça – Luiz Eduardo Greenhalgh

Meio Ambiente – Blairo Maggi

Transporte – Luiz Antônio Pagot

Minas e energia – Orestes Quércia

Comunicação – Martha Favre (Relaxa e goza)

Interior – Marco Aurélio _Top-Top - Garcia

Exterior – Celso Amorim

Educação – Delúbio Soares

Trabalho – Fabio Luiz da Silva (Lulinha)

Turismo – Ana Júlia Carepa

Pesca - Genival Inácio da Silva – (Vavá Lambari irmão do Lula)

Presidente do Banco Central – Newton Cardoso (Ex-governador de MG)

Esporte – Ricardo Teixeira

Esta escolha foi muito rápida e pode mudar.

Se vocês leitores tiverem algum candidato mais próprio para assumir o cargo, mandem a sugestão que eu mudo sim.

Sei que faltam muitos ministérios, mas não consigo lembrar todos. Candidatos com bons currículos eu sei que não deve faltar.

Pobre Brasil…….

August 21, 2008

Estava demorando a aparecer……

Filed under: administração, governo, política — rlaf44 @ 10:51 am

Estava demorando a aparecer……

Saiu na coluna do Claudio Humberto:

21/08/2008 | 00:00

Dilma e Geddel, a chapa de Lula

O presidente Lula parece decidido a levar adiante a candidatura da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) à sua sucessão, em 2010, e até já pensa no companheiro de chapa dela. Em conversa com políticos do Rio de Janeiro, entre os quais o vice-governador Luiz Fernando Pezão, Lula afirmou que o ideal seria uma chapa PT-PMDB e, se depender dele, o candidato a vice é o ministro Geddel Vieira Lima (Integração Nacional).

Este político baiano, que foi apelidado pelo finado ACM de “Agatunado”, tem uma tremenda fama de aproveitador (para quem conhece a peça já sabe como ele aproveita).

Foi encarregado de gerenciar uma verba para ser utilizada na condenação à morte do Rio São Francisco, de 6,2 bilhões de reais.

Os primeiros noventa milhões gastos nesta obra foram questionados pelo TCU, e depois da notícia não se ouviu mais nada. De acordo com as primeiras notícias de aproximadamente um ano atrás havia notas frias, notas falsas, falta de comprovantes e outras falcatruas.

Agora, vem esta notícia da possibilidade da candidatura deste político para vice da Dilma.

Quem quer casar com a dona baratinha que tem dinheiro na caixinha?

Vem que tem.

Eta Brasil…..

August 19, 2008

A popularidade do desgoverno

A popularidade do desgoverno

Eu não sei como o desgoverno Lula pode ser tão popular.

Outro dia em uma estatística do IBGE, o número de eleitores para esta próxima eleição está bem perto dos 130.000.000. Deste total apenas 3% tem curso superior (3.900.000).

Em outra pesquisa sobre o ensino básico no Brasil – WWW.todospelaeducacao.com.br –, estamos, entre os 56 países pesquisados, em ultimo lugar geral, e em todas as matérias.

Em política internacional, depois da euforia inicial, perdemos em tudo que investimos. Culminando agora na rodada de Doha onde além das gafes internacionais do Ministro Celso Amorim, ficamos mal com os países latino americanos, ficamos mal com os países do G8, e ficamos mal também com a China. Na América Latina, estamos bancando e financiando tudo sozinhos e os parceiros apenas entram para tirar vantagens em tudo e o Brasil entra com as perdas. Na sociedade para construir uma refinaria em Pernambuco, a sócia Venezuela apenas entrou com a presença e duas visitas e cobranças pelo Hugo Chavez de sua aprovação no congresso brasileiro para fazer parte do MERCOSUL. Dinheiro nada. O BNDES já emprestou a fundo perdido para a Venezuela, mais de 12 bilhões de dólares. Este dinheiro não é do Lula, é dinheiro do FAT e, portanto dos trabalhadores brasileiros que podem tomar um grande calote.

A tentativa de uma cadeira permanente no comitê deliberativo da ONU, onde para isto perdoamos dívidas enormes aos países africanos, o Lula visitando países africanos sem nenhum motivo aparente, nem político nem comercial, apenas para tentar angariar os votos destes países para a posição na ONU. E no final não ficamos com nada apenas perdas.

Agora nos esportes, entramos nas olimpíadas de Pequim, com o maior contingente das ultimas presenças e vamos nos retirar com o pior resultado dos últimos tempos.

O comitê olímpico, presidido a mais de vinte anos pelo Carlos Arthur Nuzman, é uma mina de corrupção como durante os jogos pan-americanos, onde 12 das vinte empreiteiras que faziam parte dos trabalhos de implantação do parque para os jogos pertenciam a parentes e amigos pessoais do senhor Nuzman. Esta notícia rolou e parou e ninguém fez nada a respeito. Cadê o TCU ou a Policia Federal com os grampos?

A Polícia Federal, nuca prendeu tantos corruptos como agora, mas isto não é apenas por causa do trabalho da polícia como também nunca na história deste país se transgrediu tanto, se roubou tanto, com tanto cinismo e descaramento. Apesar dos caros e incessantes trabalhos da Polícia Federal, não tem nenhum contraventor, ladrão, político, preso por seus atos ilegais. Dentro da cúpula do desgoverno, dentro dos ambientes mais íntimos das vísceras desgovernamentais, se encontram os cabeças e executores de vários dos mais flagrantes delitos sem que nenhuma destas pessoas esteja ao menos preocupada com qualquer tipo de punição. O Apedeuta chamou seus mais próximos colaboradores de “ALOPRADOS”, e pronto já foi castigo suficiente. Os 1,7 milhões de reais que foram flagrados nas mãos dos aloprados, estão até hoje esperando o dono aparecer.

Estamos em uma crise inflacionária, nem tanto por causa do desgoverno, mas também por questões internacionais diversas, (que por sinal foram também responsáveis pelo crescimento durante o desgoverno) mas o desgoverno não entrega os pontos e diz que estamos muito bem.

Agora, em um rampante totalitário, o desgoverno quer criar uma nova estatal, paralela à Petrobrás, para explorar o pré-sal, reserva esta descoberta pela Petrobrás com recursos dos acionistas. Isto segundo notícias é para não ter que dividir os lucros com os acionistas que pagaram os contratos de risco para a exploração e descoberta das reservas do pré-sal. Deve ser coisa da cabeça doentia do rei do tártaro, o Marco Aurélio “top top” Garcia.

Grande roubo este, bem comparado ao do EVO MORALES com as refinarias da Petrobrás.

Coisa ruim e ditatorial, este governo aprende rápido.

Resultados bons com as idéias mirabolantes, o apedeuta não apregoa porque não os tem.

Veja esta reportagem abaixo, exemplo dos feitos do governo.

Quem está aprovando este governo não sabe disto e se sabe não lhe interessa, pois deve estar se locupletando com as peripécias do desgoverno.

5. Berço do Fome Zero, Guaribas segue na miséria
O Valor Econômico (para assinantes) teve a oportuna idéia de visitar a pequena Guaribas, no Piauí, cinco anos e meio depois de ter sido escolhida como vitrine do então recém-lançado Fome Zero. A lógica do programa de fazer um trabalho emergencial (alimentar a população) para que depois a cidade se desenvolvesse pelas próprias pernas fracassou. Passada a empolgação inicial, Guaribas não avançou nada. A agricultura e o comércio são insignificantes e quase a totalidade das famílias continua dependendo do Bolsa-Família, num ciclo que dificilmente vai se encerrar a curto prazo. Um retrato bem brasileiro.

Bem que outro dia recebi por Email o resultado de uma estatística, que não apregoaram a fonte e não sei se verdadeira, mas está pelo menos engraçada e pela aprovação recorde do desgoverno Lula, pode muito bem ser verdadeira:

Da totalidade dos eleitores, apenas 20% têm o hábito de ler o jornal. Os demais 80% usam o jornal apenas para limpar o rabo.

July 20, 2008

A lei seca do Lula II.

Filed under: Criminalidade, administração, educação, governo — rlaf44 @ 8:28 pm

A lei seca do Lula II.

Outro dia em uma conversa com o meu irmão José, ele manifestou o sua opinião sobre as estatísticas favoráveis depois de estabelecida a Tolerância Zero pelo governo Lula:

“Se houvesse o aparato de fiscalização nas ruas o tempo todo da mesma maneira que estão atuando agora depois da Tolerância Zero, teriam também diminuído os incidentes com os bêbados dirigindo. Os limites antigos com 0,6% de álcool no organismo, não são considerados embriaguês suficiente para o motorista perder o controle e causar acidentes”

Outro comentário inteligente sobre esta nova medida, é que isto é mais uma medida arrecadatória, mais uma maracutaia para alguém ganhar muito dinheiro com a venda de bafômetros que podem ser comprados no site de compras “EBay” por US$100,00 e estão sendo vendidos aos órgãos fiscalizadores pela merreca de R$6.000,00. E o comandante da Polícia Rodoviária Federal ainda disse cinicamente que importação é um negócio lucrativo e não uma medida de caridade.

Recebi também um Email revoltado que vou reproduzir na íntegra por conter muitas verdades e bater com a minha revolta sobre esta lei idiota que foi assinada pelo Lula para tirar um pouco o foco das ultimas maracutaias que foram divulgadas sobre sua administração, da crescente onda inflacionária que também é o fruto da gastança e do descaso infra-estrutural do país. Funciona assim assina-se uma lei destas e a revolta popular faz o povo colocar em segundo plano a perigosa onda inflacionária que não para de crescer.

Leiam este Email cheio de verdades:

Quem é o amigo da vez se você fizer um brinde no motel?

Da série “Curiosidades da Lei Filha da Puta/2008″:

1) O Dep. Hugo Leal, relator dessa obra de mestre, é evangélico e pertence ao PSC-RJ, eleito no palanque de ninguém menos que Anthony Garotinho. Nós sabemos que Garotinho por ser evangélico não bebe, mas o que ele faz sóbriozinho todo mundo sabe pela imprensa. E o que eu tenho a ver com a religião deles? Eles não podem respeitar a minha?

2) Os acidentes caíram 24% e o movimento noturno no Brasil todo caiu 60%, familias não brindam, namorados não brindam, um bombom é crime, restaurantes estão quebrando, garçons e cozinheiros sendo demitidos, pessoas não saem mais de casa.

3) Esse negócio de amigo da vez é coisa de moleque. Você sinceramente tem um amigo barbado, barrigudo, pai de familia que vai dirigir para você depois do happy hour? Você sinceramente vai com essa sua cara de babaca combinar com outros marmanjos de 50 anos de um de vocês não beber? É coisa de babaca não é? Isso é, ou não é pra destruir todos os bares e restaurantes? Só adolescente tem “amiguinho” que não bebe.

4) Tem coisa mais brochante do que não poder brindar num motel? Imagina, você brinda e do lado de fora já tem uma gente fina te esperando. Pensam que é brincadeira? Passem no motel flamingo em Brasília entre 19 e 22 horas, fica uma viatura do lado de fora vigiando um por um.

5) Depois de brochar, tem coisa mais brochante que pedir pra amiguinho dirigir pra você depois do happy hour?

6) Depois de brochar 2 vezes tem coisa mais brochante do que parar para um guarda fedorento que brochou a semana toda em casa e está louco pra te multar em R$ 500000 e ainda te obrigar a soprar naquela bosta chinesa transistorizada que agora tem poder de te prender?

7) Depois de brochar pela terceira vez dê um soco no nariz do filho da puta que defende essa lei porque “diminuiu 24%” dos acidentes. É claro, Einstein, ninguém mais está saindo. Se ninguém sai, ninguém bate o carro.

8) Eu experimentei sair de taxi. Depois de brochar 4 vezes, só isso é mais brochante. Você vai dar um beijinho nela e o taxista ta babando no retrovisor ouvindo Radioatividade sertaneja 2 AM.

9) Com esse transporte público de merda que tem no Brasil resta chamar um taxi. Uma corrida de 3 quarteirões custa R$ 15,00 na bandeirada 2. É, na verdade, mais um imposto brochante que o governo criou.

10) Sinceramente? Se você não se revoltar e não passar este email a TODOS seus amigos, você é um brocha.

É realmente revoltante ver que as polícias brasileiras, mal treinadas e incompetentes como vêm demonstrando ultimamente as notícias dos equívocos cometidos por esta gente, em vez de procurar dar mais segurança ao cidadão comum, estão todas as noites em plantão permanente perto dos lugares mais concorridos da noite, para pegar os incautos que tomaram talvez dois chopes, ou como vêm dizendo as autoridades que se você comer dois Bon bons de licor, você é uma ameaça à segurança pública.

Se houvesse uma forma de educar o cidadão nas escolas de base sobre as responsabilidades no trânsito, eu garanto que os índices de acidentes vão diminuir. Nos Estados Unidos a educação obrigatória no transito começa aos dez anos. E para terminar, os bêbados de plantão já saem de casa dirigindo bêbados às oito horas da manhã, quando não estão de plantão as Blitz do DETRAN.

Vou relatar um fato ocorrido comigo em 1980 no Chile, em pleno regime de força Pinochet:

Estava eu trabalhando com petróleo na cidade de Punta Arenas no sul do Chile, quando foi necessário fazer um inventário de tubos em um armazém a uns 80 quilômetros de distancia. No carro da empresa de petróleo, iniciamos a viagem quando uns 30 quilômetros à frente encontramos uma barreira com vários soldados armados e outras pessoas à paisano.

Um destes homens à paisano, muito bem vestido, se aproximou da janela do motorista e disse:

“- Senhores peço desculpas pelo incomodo, mas sou representante do judiciário local e tenho em minhas mãos um mandato judicial oficial que vou lhes dar uma cópia. Este mandato nos dá o direito de interromper a via pública para identificar os passageiros que passarem por aqui. Vou precisar apenas de seus documentos pessoais, para conferencia rápida e não vamos deter-los por muito tempo.

E assim foi feito, os documentos foram conferidos em uns dez minutos, os soldados armados não se aproximaram, ficaram à distância apenas como uma garantia. E isto foi em uma ditadura.

Quase igual ao Brasil.

Constitucionalmente, o direito de ir e vir é uma garantia, e como no exemplo acima, deveria haver uma ordem judicial para interromper uma via pública, com pessoas educadas e a paisano para lidar com os cidadãos, deixando ao lado os integrantes armados, apenas para as emergências. Deveriam fornecer uma cópia do mandato aos cidadãos incomodados com a interrupção de sua rotina em uma via pública. Isto seria no mínimo uma atividade democrática e respeitosa às pessoas que estão pagando os salários das autoridades.

Mas o que esperar em um país democrático onde o cidadão é obrigado a votar????????????

Realmente, eu creio que depois da euforia inicial, as blits vão arrefecer e tudo vai ficar mais ou menos normal, como sempre acontece no Brasil. Menos a existência da lei que vai ficar pairando indefinidamente sobre as nossas cabeças.

Eu posso visualizar em uma festa dada por um cidadão com alguma ambição política, é motivo de preocupação para outro político da oposição deste pretensioso futuro político. Então este político preocupado move seus contatos políticos e consegue uma blits em uma das ruas principais perto da casa do futuro político e quase todas as pessoas que saem da festa são paradas e multadas. No dia seguinte no noticiário sai a manchete “Orgia e bebedeira em casa de fulano dá multa e cadeia dos participantes”

Qualquer desafeto de qualquer um pode ficar de espreita e produzir coisa semelhante enquanto existir esta lei imbecil.

June 23, 2008

Mudanças & promessas.

Filed under: administração, governo, política, Ética — rlaf44 @ 1:30 am

Mudanças & promessas.

Lula foi eleito com muita esperança por mudanças prometidas e repetidas em campanha. Mudanças no sistema tributário que ele definiu com extorsivo e inibidor de um crescimento que o Brasil merecia.

Mudanças políticas definidas por ele como a única forma do Brasil poder ser chamado de um país sério.

Mudanças éticas em todo o aparato administrativo, pois ele definiu em campanha que a transparência na administração publica seria uma de suas metas se fosse eleito presidente.

E ele foi eleito presidente e de acordo com a sua agencia de propaganda, a sua eleição foi definida como “A esperança venceu o medo”.

Depois de eleito, aconteceu muita coisa, menos as mudanças prometidas em sua campanha.

A mudança no sistema tributário onde ele alegava ser impossível um país crescer com tamanha carga tributária, ele aumentou descaradamente todos os tributos, e as mudanças prometidas foram esquecidas, o modo do IBGE calcular o PIB (Produto Interno Bruto) foi modificado para camuflar tanto o crescimento como a carga tributária, mas a nossa arrecadação tributária bate recordes atrás de recordes e é descaradamente a maior da planeta. O lema entre os empresários é :

“Se não sonegar não agüenta”.

As mudanças políticas ele fez, foram uma festa de compra do legislativo corrupto, que todo comprado aprova as mais loucas medidas antidemocráticas jamais vista neste país.

As mudanças éticas e a transparência foram por água abaixo, e hoje a definição de ética no Brasil, está totalmente desvirtuada em favor da falta de pudor e de deslavada propagação da mentira por parte principalmente do primeiro mandatário.

Os seus programas de governo no primeiro mandato, como “Fome Zero”

“Primeiro Emprego” entre outros fizeram água e descaradamente foram esquecidos em favor de outro que veio parcialmente do governo anterior. Este programa foi renomeado e desvirtuado, se transformando no carro chefe do governo. No governo anterior foi criado para manter as crianças na escola, vacinadas e atendidas em postos de saúde. Esta era principalmente a condição de permanência no programa que se chamava “Bolsa Escola”. Tinha fiscalização, era um pouco limitado às regiões onde a evasão escolar era maior, e as condições de saúde eram piores. Este novo governo onde a esperança venceu o medo, renomeou o programa “Bolsa Família”, tirou as contra partidas, e expandiu este programa rapidamente por todo o território nacional. Com o aumento vertiginoso do tamanho do programa, a fiscalização ficou difícil, e as fraudes aumentaram também vertiginosamente, a ponto de funcionários públicos em Brasília serem pegos participando do programa.

Não existe contra partida e recentemente o IBGE (Órgão do Governo) constatou que nos municípios onde o gasto com o programa foi maior, a evasão escolar aumentou, o nível do ensino piorou e a criminalidade aumentou.

Hoje são 46 milhões de pessoas inscritas no programa “Bolsa Família”,

recebendo esmola do governo, sem nenhum incentivo para abandonar o programa e se transformarem em cidadãos independentes e colaboradores com a sociedade.

Estes participantes do programa com o pequeno acréscimo de renda do programa se transformaram em consumidores, aumentando o consumo de bens, levando com isto a um crescimento da indústria fornecedora dos materiais consumidos.

Mas pensem bem quem está sendo realmente o consumidor.

O governo é que está consumindo bens, pois está tirando dinheiro da classe média e dando para os mais pobres gastarem.

Seria como economizar andando a pé em vez de pegar o ônibus, sem contabilizar o gasto de energia, sapatos, tempo. E a economia seria ainda maior se em vez de ônibus, se corresse atrás de um taxi.

A indústria está crescendo, com as compras do governo, que para comprar mais eleva impostos que retira da classe média.

A indústria também está crescendo com o crédito desenfreado que foi dado ao consumidor, com prazos muito longos, juros altos, e promessas de estabilidade eterna. A inadimplência está crescendo mais do que a indústria, e quando a bolha explodir vai ser um “Deus nos acuda”.

E recentemente, a inflação, que foi durante cinco anos a menina dos olhos do governo, está dando sinais de retorno, sem que se encontre uma forma de controle por parte do governo que venceu o medo e agora está com medo.

E falando de mudanças reais temos a seguinte situação no Brasil

Transformações diretas

Baranga em Dama.

Pilantra em Presidente

Vavá em lambari

Crescimento Real

Crescimento da dignidade pessoal.

Trabalhando duro

Durante o caso do Vavá, vendendo influência em que foi pego pela segunda vez, o medico e escritor Carlos Alberto Reis Lima escreveu este artigo:

UM HOMEM DE AZAR

por Carlos Alberto Reis Lima

Lula é um azarado. Tudo o que ele toca suja suas mãos. Seus amigos têm uma vocação irresistível para a fraude, para a trapaça. Lula está cercado de mau olhado. Só os piores tipos dele se acercam abusando de sua extrema generosidade, de sua grande alma (mahatma), de sua bondade de coração – de sua maneira manteiga-derretida!

Lula por onde anda está cercado de gente que não presta; seus auxiliares o traem a toda hora; seus colaboradores tramam contra ele. Até o presidente Hugo Chàvez, que ele pensava que era seu amigo, disse coisas horríveis do Congresso brasileiro que ele comprou com tanto carinho! A traição o espreita. Uma vez, em Paris – lembram? – ele se queixou dela.

Essa Operação Navalha só pode ser coisa de invejosos do seu sucesso, dos seus discursos apurados de intelectual, de suas tiradas metafísicas-futebolísticas, embora ditas com amor, com compaixão pelos pobres, pelos irmãos, pelos gentios. Lula é um injustiçado. Agora querem acusá-lo de ter um irmão vigarista! Até a Polícia Federal o traiu. Tarso Genro, quem diria, seu Ministro da Justiça, trama contra ele. Renan Calheiros é injustamente envolvido em uma falcatrua com empresários e tem a sua vida privada aberta à execração popular. Sarney faz de tudo para protegê-lo … mas até quando? Um compadre seu, pasmem, teria relações promíscuas com dinheiro público em Diadema. Querem prejudicá-lo prendendo e denunciando seus amigos próximos e seus parentes mais queridos, querendo insinuar que ele, de novo, sabia de tudo.

Lula é um azarado. O presidente do seu Partido é um “aloprado”. O ex-presidente do PT, Genoíno, tem um irmão cujo assessor forrava as cuecas com dólares só para prejudicar Lula. O “nosso” Delúbio fazia maracutaias com o Marcos Valério (onde andará?) deixando o PT com a injusta fama de partido desonesto e corrupto. Sabem para quê tudo isso? Para atingir Lula; para ferir de morte a sua honestidade e a sua caridade! Essa gente que acompanha Lula há 30 anos não presta!

Chegaram a acusá-lo agora de ter vendido a Petrobrás da Bolívia ao Hugo Chàvez! Vejam aonde chega a maledicência desses invejosos! Imaginem se um presidente eleito pelo Foro de São Paulo faria tal coisa contra o patrimônio nacional! Lula está cercado. Tem gente embaixo de sua cama o roubando; tem ascensorista suspeito, motoristas inconfiáveis, que à primeira oportunidade o trairão e o deixarão mal junto à opinião pública. Seu amigo Bruno Maranhão o traiu ao depredar o Congresso nacional. Pois foi deixado impune para que essa maldição antidemocrática fosse assacada contra ele, Lula. Os seus amigos mais próximos são suspeitos de assassinarem dois prefeitos e de ameaçar familiares sobreviventes. Jornalistas agora são perseguidos. Tudo apenas para sujar o seu nome. É muito azar!

Em vista de tudo isso, em vista da enorme injustiça que se comete à miúde contra esse santo homem, alguém deve dele se aproximar e dizer claramente: Presidente, cuidado, eles querem lhe pegar! Mas talvez isso não seja necessário. Soube hoje, com alívio, que os especialistas da mídia, essa sim muito fiel e solidária, já garantem que Lula sairá sobranceiro de mais essa crise – a crise de número 145! –, que ele dará a volta por cima como sempre deu com a ajuda do seu povo faminto, dos seus parlamentares fiéis no Congresso. Afinal, se há alguma coisa que é sincera e fiel aliada do Lula é esse tal de Congresso e essa tal de mídia. Custa caro para o Lula, a gente sabe, mas como assegurar tanta fidelidade em apenas um ou dois mandatos? Da imprensa ele só tem alegrias. Coitado, ultimamente estava tão alegre que resolveu fazer uma televisão só para ele e com gente confiável. Mas já tem gente falando mal dele, que ele está imitando o Chàvez, e outras inverdades.

Então, seus secadores, tirem o cavalinho da chuva: o “affair” Vavá não vai dar em nada, de novo. O homem é azarado, mas tem um santo forte, blindado, comprado a peso de ouro, incorruptível, um santo impoluto como só ele sabe ser. Só falta agora a Justiça, que ele criou à sua feição, virar-se contra ele e de forma erótica e libidinosa condená-lo a uma multa de R$100,00! A maldade humana não tem limites!


May 11, 2008

Vagabundagem

Filed under: ABOBRINHAS, administração, governo, legislação, política, Ética — rlaf44 @ 4:33 pm

Vagabundagem

Eu nunca trabalhei no Brasil até o começo dos anos 90.

Como nasci em 1944, fica a pergunta:

Como viveu por todos estes anos?

Não tenho nenhuma vergonha de dizer que até 1965, então com 21 anos, eu fui sustentado pelo meu pai, e vivia em casa estudando, praticando esportes, e adquirindo conhecimentos.

Em julho de 1965, fui viver nos Estados Unidos como estudante e aí comecei a trabalhar para me sustentar. Nos primeiros meses, em Atlanta no estado da Geórgia, trabalheis como faxineiro na cozinha do restaurante do Hotel Haytt Regency. Depois, em poucos meses me mudei para Nova Orleans por causa do frio, e por lá não trabalhei, me mudando para o Texas. Em Dallas no Texas trabalhei como garçom nas festas de fim de ano, e logo depois me mudei para Houston. Nesta cidade me situei e foi aí que tive o meu primeiro contato com o sindicato.

Consegui emprego em uma fábrica de plástico como criador de matrizes de extrusão, um trabalho delicado e preciso. Nesta fábrica, ao ser contratado, me encontrei em face de uma decisão.

No departamento de pessoal, hoje mais conhecido como Recursos Humanos, ao ser fichado, uma educada senhora me perguntou se eu queria pertencer ao sindicato. Ela me disse que no Texas, era lei que as pessoas poderiam escolher se queriam contribuir ou não para o fundo sindical e que não era obrigatório. Perguntei então se era alguma vantagem pertencer ao sindicato ao que ela respondeu ser isto era uma decisão pessoal minha. Poderia, se eu quisesse optar pertencer ao quadro sindical, pagar pelo privilegio e depois se não visse vantagem nenhuma, sair do sindicato. Eu depois de ponderar um pouco perguntei a ela se poderia fazer o contrário, deixar para depois esta decisão. Ela disse que sim, mas eu seria o único empregado em toda a empresa a não pertencer ao sindicato, e que sofreria pressões para me filiar. E sofri muitas pressões. O líder sindical me procurou e tentou me convencer a pertencer. Seus argumentos eram fracos demais. Coisa assim:

- O sindicato, sendo forte pode te representar frente ao patrão, e conseguir para você melhores salários.

Ao que eu retrucava:

- Eu sei me comunicar e o patrão vai ver se existe vantagem ou não em me dar um salário melhor. Acredito que se o meu trabalho for melhor do que o de outras pessoas, eu vou conseguir melhores salários e posições, enquanto que se eu estiver pertencendo a alguma classe, vou ter que me contentar com um aumento geral antes de ser beneficiado com um acréscimo de salário.

Ele retrucava:

- Este tipo de pensamento, pode enfraquecer o sindicato e prejudicar todo o grupo. O patrão pode te explorar e exigir de ti mais trabalho do que exige de nós sindicalizados.

E eu dizia:

- Cara, este é um pais livre, se eu não estiver gostando do salário ou me sentir estar sendo abusado, eu posso sair e arranjar outro trabalho. Eu conheci este trabalho sem ajuda do sindicato, e posso conseguir outro da mesma forma.

Ele retrucava:

- Você não entende o espírito sindical. Não é assim que as coisas são feitas por aqui. Se você não pertence ao sindicato, pode haver problemas com você. Não vai haver ninguém para te ajudar. É melhor você pertencer ao sindicato como todos nós e evitar problemas futuros.

Isto me pareceu uma ameaça, e era sem duvida uma ameaça. Sofri todos os tipos de represália, furavam constantemente os pneus do meu carro no estacionamento, roubavam a minha merenda, ou quando não roubavam colocavam imundices dentro dela, urinaram em minhas roupas dentro do meu armário várias vezes, e coisas assim.

Não esmoreci, continuei a trabalhar, fazendo por minha conta o meu trabalho. Eu como novato fazia o turno da noite, de 11 da noite às 7 da manhã. Meu trabalho era fácil, consistia em estar de prontidão e quando algum molde se perdia em uma extrusora, teria que substituir. Como isto era raro de acontecer e para passar o tempo, eu procurava os pedidos de moldes pendentes e de acordo com os desenhos técnicos ia fabricando os moldes em demanda. Trabalhava bem devagar, e com muito capricho. Em pouco tempo, fui chamado para conversar com o meu chefe direto. Ele me disse que apesar de trabalhar só e à noite, estava fazendo um bom trabalho com uma produção superior ao turno diurno que empregava seis pessoas para este trabalho, três pela manhã e três pela tarde. Como os trabalhos finais eram assinados pelo operário encarregado, a minha produção e a qualidade estavam muito maiores do que os outros turnos. Eu então perguntei a ele se isto era ruim.

Ele então me disse:

- Não pelo contrário, para a empresa é muito bom, mas estou preocupado com a sua integridade, pois estou ouvindo rumores de que o sindicato está preparando algo muito ruim para você, e não quero que isto aconteça. Seria melhor você conseguir outro emprego antes que seja tarde. Tenho amigos neste ramo e posso te ajudar.

E para evitar maiores problemas fui trabalhar em uma empresa menor e que não era sindicalizada.

Neste momento de minha vida, entendi o que era o sindicato. Era um clube de vagabundos onde os chefes sindicais desfrutam de vários benefícios, não repassam nada aos sindicalizados e quando alguém como no meu caso decide não contribuir, eles fazem pressões em detrimento aos interesses da empresa que os empregam.

Houver em minha vida outros embates com os sindicatos. Em alguns casos paguei por não ter alternativas, mas depois recuperei tudo com ações judiciais. Mas em geral nunca paguei nenhuma contribuição sindical. Nos Estados Unidos em geral, nas fábricas ou os empreendimentos que não sejam sindicalizados, os produtos são mais bem elaborados, os salários são melhores, e as condições também são melhores. Nos estabelecimentos sindicalizados, todo o quadro de trabalhadores fica inchado com pessoas apadrinhadas que em geral não fazem nada, e diluindo o salário das pessoas que realmente estejam trabalhando. Um trabalho que pode facilmente ser desempenhado por uma pessoa especializada, fica sendo feito por cinco ou seis inúteis sindicalizados. E geralmente o resultado fica pior como no caso de meu primeiro emprego acima descrito. O sistema sindical é um clube de vagabundos. A média é tirada por baixo.

O Brasil recente teve uma oportunidade de ouro de melhorar esta situação com um projeto de lei que tirava a obrigatoriedade da contribuição sindical. O loby sindical não deixou este projeto vigorar e foi derrubado na câmara federal. No senado passou, mas com uma emenda corretíssima de que os fundos dispensados seriam fiscalizados pelo TCU, que é o órgão semi-independente ligado ao legislativo para fiscalizar o correto uso do dinheiro público.

Esta emenda foi vetada pelo presidente Lula, com a desculpa esfarrapada de que em toda a sua vida lutou pela independência sindical e que agora não iria vincular o dinheiro do sindicato ao critério do TCU. Bem o presidente, membro emérito do clube dos vagamundos cedeu às pressões sindicais que foram então comandadas pelo Paulo Pereira da Silva, que depois do veto presidencial (inconstitucional e questionável) promoveram uma festança particular onde a mídia não foi convidada nem permitida participar.

Este mesmo Paulo, apelidado de Paulinho da Força, é um grande vagabundo e o presidente Lula, com seu veto, cedeu aos seus inícios no clube dos vagabundos e inconstitucionalmente e ilegalmente considerou o dinheiro público que obrigatoriamente é retirado do trabalhador em forma de um dia de trabalho anual como privado e do sindicato. E o presidente, em sua competência considerou que este dinheiro é do sindicato para ser usado da forma que quiser sem ter que prestar contas a ninguém, ou prestar contas da forma que lhes convier, e vetou a fiscalização pelo órgão competente.

Coisa de mandatário vagabundo e autoritário como todo líder sindicalista sem nenhuma exceção.

O dinheiro e as mordomias sindicais que não são poucas para os dirigentes, não foram suficientes para o Paulinho da Força que achou que o dinheiro do BNDES, que em sua maioria vem do FAT e que, portanto é do trabalhador, seria também seu de direito e se meteu em uma tremenda maracutaia para botar as mãos também neste dinheiro.

Esta fase da vagabundagem está sendo investigada, e pode ficar ruim para o Vagabundo da Força.

Eu aposto que o outro vagabundo, o da presidência está neste momento se mexendo para fazer o que seja possível para proteger seu igual no clube da vagabundagem.

Estou torcendo para que este não seja outro caso de impunidade que está marcando este governo como o mais corrupto de todos os governos que se tenha notícia na história.

Abaixo, escolhi par finalizar dois artigos que espelham a confusão do desgoverno que está assolando o país.

O primeiro do Villas:

A dose mínima de simplicidade.

Por Villas-Bôas Correa

Na repolhuda equipe que ocupa os espaços nobres do governo do presidente Lula falta o amigo de confiança, com a autoridade da longa convivência além da ousadia para avançar o sinal e falar com a rude franqueza no momento certo, no contraponto do chorrilho de elogios merecidos pelo muito que está dando certo.

Lula é um temperamento que pega no tranco e dispara ao primeiro sinal de que o caminho está livre. A sua biografia acompanha a trajetória que começa no sertão de Garanhuns, na tórrida zona da seca, e muda o rumo com a coragem de dona Lindu ao levar a filharada no pau-de-arara para Paulo. Aqui Lula é alfabetizado no troca-troca de três escolas públicas, tira o seu certificado profissional no Senai, trabalha em várias empresas e alça vôo na fulminante ascensão como líder sindical que funda o PT, coleciona três derrotas como candidato a presidente da República e se elege na quarta tentativa, para o bis da reeleição.

A tisana do êxito excita o exibicionismo do inquieto e impaciente, que abomina as tediosas conversas políticas e as intragáveis reuniões administrativas para tratar assunto em geral já decidido mas que empacam na engrenagem burocrática. Solta-se à vontade, nas viagens a pretexto de lançar projeto de obras, acompanhar o seu andamento ou a suprema ventura da inauguração. Sempre com o palanque armado, assistência a favor garantida e o microfone a postos para o improviso da sua facúndia de excepcional comunicador popular, capaz de dois, três e mais discursos no giro de um dia.

Com tais incentivos, cutucado pela aprovação da sociedade, Lula passou da medida. E, agora, como que perdeu as estribeiras e a noção da conveniência. Emenda, uma atrás da outra, as caneladas nos desafetos e os elogios mais descabidos e absolutamente incompreensíveis a antigos inimigos. E baixou o nível na linguagem chula que chega a pornografia. Dá para entender, apesar do erro tático, a sua implicância com o antecessor, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, depois da transição civilizada, com salamaleques e promessas de amizade eterna. Como o “aqui você deixa um amigo”, à porta do Palácio Alvorada, depois do longo jantar íntimo dos casais presidenciais.

Liberto das cautelas, livre como o pássaro que escapa da gaiola, o presidente dirigiu a sua maratona de reconciliação com os desafetos do passado recente com o ímpeto de derrubar todas as cercas de arame farpado. Numa das sessões de descarrego, elogiou em dose dupla os ex-generais-presidentes Emílio Médici e Ernesto Geisel, numa penitência de comover o mais empedernido coração. Do ex-presidente Geisel se salva a intervenção no DOI -Codi de São Paulo, depois de duas mortes sob tortura do jornalista Wladimir Herzog e do operário Fiel Filho.

Do mandato do presidente Médici não há notícia de um gesto, de uma palavra de apoio ao retorno da normalidade democrática. Só agora, andando de costas, o presidente Lula reeditou o brado retumbante do “ninguém segura este país”, lema enigmático da ditadura militar que não esclarece quem pretendia segurar o Brasil.

Se em boca fechada não entra mosca, da goela escancarada podem escapar involuntárias tolices. Das quais, deve-se presumir o arrependimento do deslumbrado presidente no topo da popularidade e com o reconhecimento internacional, carimbado pela Standard & Poor´s, do grau de investimento, que acena com um período de prosperidade com a atração de capitais estrangeiros.

Se o estoque de sentenças está desfalcado pelo excesso de uso, cutucando os escassos neurônios, sempre se encontra o cascalho amontoado no canto. Lembro a curta máxima do saudoso Paulo Francis: Quem não lê, não pensa. Ou, lá fundo, no buraco da memória, o provérbio de áspera advertência: Elogio em boca própria é vitupério. Vitupério é um substantivo feio, que soa como xingamento. E é quase: insulto, injúria, ato vergonhoso, infame ou criminoso.

Convenhamos que não é caso para tanto. E que se resolve com juízo, modéstia e bom senso.

E este outro do Mauro Chaves:

Disparates

Por Mauro Chaves, é jornalista, advogado, escritor, administrador de empresas e pintor.

Um presidente de multinacional, de forma gratuita e inexplicável, afirma que, “se o Piauí deixar de existir, ninguém vai ficar chateado”; um coordenador do colegiado de uma faculdade de medicina da Bahia, para justificar o fracasso de sua escola na avaliação do Ministério da Educação, afirma que os estudantes baianos têm “déficit de inteligência” e que os baianos só são bons no berimbau porque o instrumento só tem uma corda - se tivesse mais, os neurônios baianos não dariam conta; um ator medíocre, já em fase de plena decadência, propõe, simplesmente, uma campanha para demolir o Cristo Redentor (foto), porque “o Cristo atrapalha o visual” do Rio.

O que significa esse festival acachapante de disparates, esse amontoado descomunal de besteiras que a mídia não se peja de reproduzir, como se fôssemos uma sociedade de parvos ignaros, débeis mentais, capazes de ouvir quietos, sem reação, qualquer baboseira?

É claro que o desejo compulsivo de aparecer diante dos holofotes e das câmeras de televisão, nestes tempos rasteiros de Big Brother, só explica parcialmente esse surto de imbecilidade galopante. É verdade que “nunca antes neste país” existiu tamanho frenesi de exibição pública. Talvez seja porque “de tanto ver triunfar as nulidades”, como dizia o gênio Ruy (por sinal, baiano), “todo mundo resolveu fazer uma tentativa” (como completava a frase escrita no banheiro do antigo Jogral). O negócio é “aparecer na mídia”, seja de que jeito for - e às vezes o espaço midiático está na razão direta do tamanho da besteira proferida. Há mais, porém. O problema é que, no Brasil, a vergonha acabou. E quando a vergonha acaba, tudo é permitido dizer.

Quando a vergonha acaba vêm à tona as justificativas mais estapafúrdias, que parecem pretender reduzir a nitrato de pó de traque a inteligência do povo. Por exemplo, quando o reitor do saca-rolha de R$ 849 tentou justificar o gasto de R$ 450 mil (desviados da pesquisa científica) na decoração de seu apartamento funcional, disse que para mobiliar um apartamento “é preciso seguir uma linha estética” (o que justificava, também, a compra - com dinheiro público - de lixeiras de R$ 1 mil). Quando o governador cearense tentou justificar seu dispendioso aerossogra, “esclareceu” que ao se fretar um jato se paga por quilômetro percorrido, e não pelo número de passageiros - argumento, aliás, totalmente endossado pelo presidente da República, em sua solidariedade contumaz a autores de “erros administrativos”, gestores de “recursos não-contabilizados” e montadores de “bancos de dados”. Em nenhum momento se explicou por que o governador e seus secretários deixaram de usar vôos comerciais (muitíssimo mais em conta) para passear pelo mundo atraindo “investimentos para o Ceará”.

E o que dizer do “ministro do futuro” (o já famoso titular da Sealopra), que defendeu a transposição das águas do Rio Amazonas para o semi-árido nordestino? Esse aí só falta agora propor a cavação de um enorme buraco em algum lugar do Brasil para que, atravessando a Terra, cheguemos de elevador até o Japão - embora comecemos a viagem em pé e a terminemos de cabeça para baixo. É que, quando acaba a vergonha, também acabam os limites da imaginação - assim como os da espantosa criatividade em jogar fora o dinheiro público.

Quando não se tem mais compromisso com a verdade dos fatos, o reino do “como se fosse” é ilimitado. Nele se constroem as verdades de acordo com cada conveniência pessoal. Nos homens públicos, muitas vezes, essa conveniência pessoal é camuflada por fajutos “princípios”. Candidaturas são lançadas a pretexto de “chamamentos” que não existem, a lealdade é desprezada em nome de suposto “direito” partidário, o medo de ficar sem emprego político se transforma em “ideal doutrinário”, o pavor de perder “espaço na mídia” vira “missão de soldado do partido” e outras atitudes que só impressionam os debilóides, tais como o de se ser bicão de inaugurações alheias.

Na verdade, cada vez mais as pessoas públicas parecem menos empenhadas em “convencer” quem quer que seja do que for. Antes os parlamentares aproveitavam as vésperas dos recessos ou dos feriados para, na calada da noite, sem ninguém perceber, fazer seus indecentes reajustes de ganhos. Hoje perpetram seus avanços no dinheiro público em plena luz do dia. Os magistrados, que só “falavam nos autos” e enrubesciam ao tratar de seus assuntos corporativos, hoje (com as honrosas exceções de praxe) falam a torto e a direito e em qualquer lugar, tanto anunciando a sentença que vão proferir quanto o reajuste de ganho que vão reivindicar.

Quando tudo isso começou? Não éramos assim. Em algum momento o tecido da vergonha nacional começou a esgarçar. Tínhamos vergonha quando éramos chamados pela professora para mostrar o dever de casa e não o tínhamos feito; quando convidávamos a namorada para jantar e faltava dinheiro para pagar a conta; quando esquecíamos de levar presente numa festa de aniversário; quando cometíamos alguma indelicadeza com alguém - sem querer ou querendo. Hoje as pessoas erram e nem se tocam em corrigir, fazem serviço com defeito e não estão nem aí, esbarram com outras na rua, dão mochiladas no metrô, cotoveladas, pisões de pé, trancos, avançam nas faixas de pedestres, dão “fechadas”, atropelam - e nem se dignam a dar uma olhadinha para a vítima, muito menos pedir-lhe desculpas. E quando os famosos “abrem a alma” diante das câmeras para confessar que “erraram”, nem assim demonstram sentir qualquer vergonha - mais parecem possuídos de um estranho sentimento de vítima heróica.

Sim, realmente, no Brasil a vergonha acabou. E quando a vergonha acaba…

April 12, 2008

A revolução ética.


A revolução ética.

O povo tem que acordar.

Eu não morava no Brasil na época do Fernando Collor. Acompanhei os fatos da época nas revistas que eu conseguia ler nos consulados do Brasil. Acompanhei com surpresa, de que os brasileiros resolveram sair do ostracismo e demandar um pouco de ética nas políticas publicas. Os brasileiros foram às ruas e pintaram as caras e forçaram o congresso a fazer as coisas como era a vontade popular.

É bem verdade de que naquela época existia uma militância de esquerda, comandada pelo PT que era o partido mais popular. Esta militância está hoje com a alma partida, também depois de todos os esforços do passado, a mesma militância viu o seu partido, o PT cometer as mesmas vigarices ou muito pior do que as cometidas pelo governo Collor.

Não estou querendo dizer que os erros do presente possam ser comparados com os erros do passado como justificativa ou vice versa, os erros do passado possam justificar os erros do presente, mas se naquela época as malandragens do Collor indignaram a população, estas pilantragens do governo Lula, estas mentiradas empurradas goela abaixo da população, deveriam ser suficientes para um grito de “BASTA CAMBADA DE LADRÕES”.

Os cinqüenta e oito milhões de votos não deram o Lula o direito de fazer o que quiser. Existe, além da constituição e as leis do código civil e criminal, uma ética moral com o povo que o elegeu como, por exemplo, cumprir as promessas de campanha. Uma delas, e que gerou milhares de votos foi a de diminuir a carga tributária.

Ele além de não fazer nem a tentativa de diminuir, aumentou descaradamente os impostos .

Os mais fanáticos dos eleitores do Lula continuam a querer justificar estas pilantragens, estas mentiras, estes gastos abusivos esta falta de iniciativa, este abandono da infra-estrutura, este descaso com a saúde pública e com a educação básica, usando o fato de ele ter sido eleito democraticamente e estar com uma aprovação acima de 60% da população.

Sadan Hussein foi eleito democraticamente e tinha uma aprovação de 99,5%.

Para não ser totalmente radical, temos no Brasil o Getúlio Vargas. Foi eleito democraticamente e tinha antes de se tornar ditador uma aprovação de mais de 70% da população votante.

Eu não consigo encontrar dentro do meu circulo de relações nem uma só pessoa que tenha respondido ao questionário de uma destas pesquisas de opinião. E não adianta dizer que estas pesquisas são éticas, porque não o são. Por dinheiro eles fazem as pesquisas onde o cliente quiser. Eu me recordo da eleição do segundo mandato do FHC, quando as pesquisas indicavam uma eleição sem segundo turno com a vitória de FHC e quando o Lula em um de seus discursos inflamados chamou a pesquisa de “Pesquisa Chapa Branca” e de “Pesquisa Fajuta”.

O Lula poderia até ter razão na época, mas agora, com o teto de vidro a coisa muda, a pesquisa é uma coisa séria.

Os inconformados eleitores do Lula ficam com vergonha das abobrinhas que o imbecil irradia todos os dias e promove a mídia a chamá-lo de ignorante e apedeuta, e os chargistas com insinuações de burro e imbecil, e dizem para se consolarem de que o imbecil ganhou democraticamente (com o voto obrigatório) do PHD Geraldo.

Mas não foi uma competição de sabedoria nem de preparo, foi uma competição de popularidade.

Eu, constantemente comparo o espetáculo da política brasileira com o BBB da Rede Globo.

Apenas neste ultimo episódio, um imbecil, e uma modelo sem nenhum preparo formal, sem saber conversar, não somente conseguiram uma votação maior do que a do Lula em um tempo de campanha muito menor. No processo e caminho da vitória, deixaram para trás, várias pessoas com muito mais preparo inclusive um médico formado. E no mesmo final a modelo apesar de despreparada tinha muito mais preparo do que o imbecil, e perdeu para ele. Assim é o Brasil.

O governo Lula botou a mão já sabe…..

Agora, eu não me conformo com a apatia destes eleitores do Lula, perante a demonstração de falta de caráter, lisura, atitude, hombridade, deste presidente.

Será que o fato deles terem acreditado que votando no Lula estariam melhorando o Brasil, e insistido no voto mesmo diante dos fatos do mensalão e das mentiras do dossiê, justifique esta insistência em defender um governo sem defesa?

Esta atitude seria como especular na bolsa, e com pouca sorte e ou conhecimento e preparo ver seus investimentos caírem, e insistirem em vender as ações pelo preço que pagaram dizendo que pagaram com bom dinheiro então elas valem.

O maior valor das ações Lula era a ética na política e a administração honesta, com reforma política e tributária.

Estes valores não apareceram e era uma mentira. E agora? Quanto vale estas ações sem as tangentes que lhe deram os valores iniciais?

Voltando à bolsa de valores, uma empresa de tecnologia anuncia que acabou de descobrir um carro que anda sem combustível e que o governo acreditou e vai comprar a idéia.

As suas ações sobem instantaneamente, e a empresa fica bem no pedaço.

Um ano depois se descobre de que era tudo uma farsa e que foi planejado para lesar o investidor.

O que acontece?

O preço das ações despenca, e os agentes reguladores entram com processo para punir a empresa mentirosa.

Provavelmente os investidores lesados, arcam com o prejuízo.

Porque será que os investidores que investiram no Lula,

não arcam com os seus prejuízos e metem este FDP na cadeia?

Seria muito melhor para o Brasil e para a democracia.

E no rastro dele, metessem também na cadeia, os representantes

corruptos que andam dando apoio a este governo de merda.

E também os corruptos que fazem oposição a este governo de merda.

Este artigo abaixo foi o que ocasionou o meu comentário e encontrei em outro blog:

http://pep-home.blogspot.com/

E foi postado por Giulio Sanmartini.

Sexta-Feira, 11 de Abril de 2008 | Versão Impressa

Estadão

Uma questão de respeito

João Mellão Neto

Há poucas semanas, eu dava conta, aqui, da lassidão moral, do sentimento generalizado de indulgência que, de uns três anos para cá, vêm tomando conta da opinião pública brasileira. Que não venham alegar que a moralidade está fora de moda em todo o mundo, ou que as pessoas, na verdade, nunca se incomodaram para valer com a existência ou não de um mínimo de ética no trato da coisa pública. Há menos de 16 anos, quando fui ministro do então presidente Fernando Collor, vivenciei de perto um desses surtos de demanda ética que, de quando em quando, acometem toda a Nação, forçando a ocorrência de mudanças profundas. Por mais que se argumentasse, com pragmatismo, que os males do governo já haviam sido todos corrigidos, ou que se procurasse demonstrar que um trauma político de tais proporções jamais seria benéfico para a sociedade, nada disso adiantava. Ninguém estava disposto a perdoar Collor. Com o tempo, fui-me conformando com a queda iminente do presidente, o que eu considerava lastimável, uma vez que todas as medidas já haviam sido tomadas para que aquele governo, dali em diante, fosse um dos melhores de toda a História republicana.

Napoleão, num de seus momentos de reflexão, reconhecera, com toda a crueza, que havia vertido muito sangue, e talvez ainda vertesse mais, “não com ódio ou revanchismo, mas, tão-somente, porque a sangria faz parte da medicina política”. Conformei-me, então, com o óbvio: era crucial, naquele momento, para a auto-estima nacional, que a sacralidade do mandato presidencial fosse violada. Aquele povo que, por tantas décadas, fora espezinhado, despojado e vilipendiado em seus mais elementares direitos necessitava agora - como prova maior de sua cidadania - consumar um processo de impeachment.

Hoje em dia, mais e mais estou convicto de que, o que quer que Collor tenha feito, o problema, em 1992, não era ele, mas sim as circunstâncias. O Brasil ansiava por confrontar supremos mandatários. E o Fernando das Alagoas era a bola da vez.

Embora polêmica, essa tese não é de difícil comprovação. Basta comparar o que acontecia naqueles dias com o que ocorre hoje. Desde os escândalos do mensalão até agora, todas as feridas, embora continuem abertas, curiosamente jamais infeccionaram. Nesse ínterim, o próprio presidente Lula ainda foi premiado com a reeleição. Por muito menos o presidente Collor foi impiedosamente apeado do poder. O tempora, o mores…

O que mudou? O que ocorreu para que, em tão pouco tempo, os brios cívicos dos brasileiros se tivessem abrandado tanto? Há duas explicações, que se complementam.

A primeira é a de que Lula descobriu, meio sem querer, que custa muito barato comprar a consciência das camadas mais destituídas da população - R$ 70 por mês é o que o governo transfere para as cerca de 11 milhões de unidades familiares mais pobres do País. É discutível a eficácia de programas de transferência de renda como o Bolsa-Família na promoção econômica dos seus beneficiários. Como as contrapartidas das famílias-alvo não são fiscalizadas, tudo não passa de mero assistencialismo. Trata-se de uma “mãozinha” que o governo dá para atenuar as carências dos mais pobres. Não é tanto dinheiro assim, uma vez que tais dispêndios cabem folgadamente no Orçamento da Nação. O problema maior é que, se esmola curasse pobreza, há muito não haveria mais miseráveis no mundo. Lincoln, há um século e meio, já advertia sobre quão enganoso é acreditar que se ajudam efetivamente os cidadãos “fazendo por eles o que eles podem e devem fazer por si próprios”. As conseqüências diretas dessa política são a eterna dependência, o conformismo e o total aniquilamento do que ainda restava da ética do trabalho.

O problema é que esses R$ 70, que parecem muito pouco para uma família urbana do Sul ou do Sudeste, fazem toda a diferença quando o beneficiário habita as regiões mais pobres do Brasil. Volta e meia nos chegam notícias sobre a “falta de mão-de-obra” em certas comunidades pobres do País. Não se trata de falta de trabalhadores. A falta é de gente que queira trabalhar. Para muitos, os R$ 70 que o governo dá são mais do que suficientes para que os indivíduos deixem de procurar alguma outra forma de auferir renda. Essas pessoas formam uma clientela política extremamente fiel ao governo. Como são muitas, elas também ajudam a diluir e amortecer, na consciência geral, o impacto de eventuais transgressões morais por parte dos governantes. Tudo isso é muito conveniente ao status quo, mas a pergunta que não quer calar continua a ser a seguinte: existe, na História universal, o registro de um único povo que tenha prosperado por meio de esmolas? Não, não existe. E essa, sem dúvida, será a mais maldita das heranças legadas pela gestão Lula.

A outra explicação para a absoluta complacência moral em que vivemos advém do fato de que, em raras ocasiões, a economia internacional passou por uma fase tão próspera. O Brasil foi muito beneficiado com isso. Aos olhos de muitos se atribui tal afluência às virtudes do governo atual. Esse é outro poderoso fator que faz muitos relevarem ou mitigarem as recorrentes notícias de escândalos.

Esses fatores explicam, mas nem de longe justificam o torpor moral atual dos brasileiros. A história é uma só: todos os povos que, por um motivo ou outro, abriram mão de seus valores e convicções ou descuidaram de seus brios cívicos acabaram pagando um alto preço por isso. Quem no mundo haverá de respeitar um povo que, em troca de migalhas, deixou de se respeitar a si próprio? O tempo, como sempre, haverá de dar a resposta. Ai de ti, Brasil!

João Mellão Neto, jornalista, deputado estadual, foi deputado federal, secretário e ministro de Estado

E-mail: j.mellao@uol.com.br

Fone-fax: (11) 3845 1794

Lula vai realizar uma reforma geral no Palácio da Alvorada.

Ele e a sua súcia estão de mudança para o Palácio do Buriti.

Deveria ser uma reforma geral na praça dos três poderes

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