E as maracutaias do governo Lula continuam
Até quando?
Vejam a cara de pau deste governo ético do PT.
Lula disse :
“Está para nascer um brasileiro que possa discutir ética comigo�
Depois do incidente milionário do Lulinha, que inexplicavelmente não foi mencionado na campanha eleitoral, vieram à tona muitos incidentes provando que a palavra ética, não está dentro das conhecidas pelo Senhor das Verdades, o molusco Apedeuta Lula da Silva.
E agora, neste negócio milionário, quem mediou?
Seu amigo de muitos anos, que lhe vendeu (?) sua cobertura em São Bernardo, que é padrinho do Lulinha, que pagou os estudos deste no estrangeiro, que emprestou a custo zero sua casa para o Lula morar, e que foi alvo das acusações de Wenceslau sobre maracutaias e propinas no governo Erundina.
Roberto Teixeira
Leiam primeiro um muito bem escrito artigo de Karla Correia e depois uma entrevista de Wenceslau de um ano atrás.
Advogado amigo de Lula articulou negócio
Karla Correia
BRAS�LIA.O pedido do presidente Lula para que a Gol comprasse a Varig não é o único detalhe curioso do maior negócio realizado na aviação civil brasileira. O advogado e compadre do presidente, Roberto Teixeira, foi um dos articuladores da operação. Ontem, Teixeira acompanhou os donos da Gol na visita que fizeram ao Palácio do Planalto para anunciar a Lula o fechamento do negócio.
Após deixar o encontro com o presidente, o empresário Constantino Júnior explicou os motivos que levaram a Gol a pagar um valor muito superior ao que foi pago pela Varilog, no ano passado, para adquirir a Varig.
- É preciso ressaltar que houve um investimento importante por parte do antigo acionista. A Varig saiu de dois aviões, na época do leilão, e hoje opera com 17 - explicou.
O empresário também disse que a operação não envolve risco de concentração de mercado.
- A Gol e a Varig serão empresas administradas com independência, que competirão entre si, inclusive atraindo novos clientes com suas vocações especÃficas. Cada uma atua para atrair um público determinado.
A compra da Varig, que se manterá como marca independente, foi feita por uma subsidiária da Gol, a GTI S.A. A manobra evitará que os bilionários passivos trabalhistas, previdenciários e tributários da Varig pesem sobre o caixa da Gol.
A operação comercial foi desenhada por Roberto Teixeira, que trabalhou em conjunto com o dono da Gol, Nenê Constantino. As duas empresas acertaram a compra há, pelo menos, oito dias, quando marcaram a audiência com o presidente Lula.
Segundo o presidente da Anac, Milton Zuanazzi, a agência deve se manifestar sobre a compra dentro de dois meses.
Ontem mesmo manifestou-se informalmente o presidente da Infraero, brigadeiro José Carlos Pereira.
- Não acho a melhor solução - criticou.
Venceslau se diz vingado do PT
Publicada em 30-01-2006
Raquel Lima e Ricardo Alécio / Agência Anhangüera
Dez anos se passaram até que o economista Paulo de Tarso Venceslau se sentisse finalmente vingado. Foi em 1995 que ele levou a Luiz Inácio Lula da Silva, então presidente nacional do PT, a denúncia de esquema de arrecadação de caixa 2 promovido pela empresa Consultoria para Empresas e MunicÃpios (Cpem) em prefeituras petistas. A Cpem era representada por Roberto Teixeira, compadre de Lula, e Paulo Okamotto, ex-dirigente do partido. A denúncia foi abafada e Venceslau, além de tachado de louco, foi expulso do PT no inÃcio de 1998. Agora, assiste o partido que ajudou a criar se afundar em denúncias de corrupção e levar o Brasil a uma de suas piores crises polÃticas.
“De um lado não deixa de ser, evidentemente, uma satisfação pessoal ver uma história sendo colocada no seu lugar”, desabafou. Ex-secretário de Finanças e da Fazenda em duas importantes cidades administradas pelo PT (Campinas e São José dos Campos), e ex-diretor financeiro da Companhia Municipal de Transportes Coletivos de São Paulo (CMTC) durante a administração de Luiza Erundina, Venceslau não esconde o rancor que sente do atual presidente da República, a quem se refere como “caudilho”.
“Quem rasgou o estatuto do PT foi o Lula. Ele tem um padrão de comportamento que não muda, que é sempre tampar o sol com a peneira e fingir que não vê e não sabe”, disse. “O Lula sabe perfeitamente o que está acontecendo e tem uma responsabilidade muito grande sobre isso”, completou.
Filho de integralista, ex-guerrilheiro da Ação Libertadora Nacional (ALN) e um dos seqüestradores do embaixador norte-americano Charles Elbrick, no Rio de Janeiro, em 1969, o economista também não poupa o ex-ministro-chefe da Casa Civil José Dirceu. “Lamento muito que um companheiro das origens tenha se desvirtuado dos compromissos éticos e morais que construÃmos.”
Desde que foi expulso do PT, não se filiou a nenhuma outra legenda e disse que nem pretende. Venceslau afirmou não saber em quem votar nas eleições deste ano. Em Lula? “Prefiro anular o voto a votar nele.” Aliás, o economista disse que só votou no petista em 1989.
Venceslau voltou à cena polÃtica na semana passada, ao depor na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Bingos. Reafirmou toda a denúncia que fez em 1995 ao PT e em 1997 à imprensa. Agora pensa como contar a sua trajetória num livro. Mas quer um romance.
Leia abaixo a entrevista que Venceslau concedeu à Agência Anhangüera de NotÃcias (AAN), a décima oitava que analisa a atual crise polÃtica no PaÃs.
Agência Anhangüera - Depois de dez anos que você denunciou o Caso Cpem ao PT, que resultou na sua expulsão do partido, o senhor se sente vingado?
Paulo de Tarso Venceslau - É um sentimento muito ambÃguo para mim. De um lado, não deixa de ser, evidentemente, uma satisfação pessoal por ver uma história sendo colocado no lugar. E foi por causa dessa história que eu fui, literalmente, linchado pelo PT. Tive que agüentar todas as mentiras que eles inventaram. Nunca divulgaram os fatos corretamente dentro da militância. Foi algo assim deliberado, no melhor estilo da burocracia soviética. Foi um horror. Fui chamado de louco, psicótico, manÃaco, depressivo, obsessivo e até de agente do Sérgio Motta (ex-ministro das Comunicações durante a gestão do PSDB, morto em 1998) dentro do PT. Por outro lado, fico desconfortável por ser um partido que ajudei a criar. Velhos companheiros seduzidos pelo poder fizeram essa barbaridade que estamos vendo. Se o problema tivesse sido tratado lá atrás, baseado no estatuto do partido, muita coisa poderia ter sido evitada. Mas eles cederam à s pressões do Lula, curvaram-se aos desejos do caudilho e deu nisso que deu.
Agência Anhangüera - O Caso Cpem pode ser considerado como a primeira grande denúncia de irregularidades dentro PT?
Paulo de Tarso Venceslau - Não saberia dizer. Na época passou batido e pouca gente entendeu.
Agência Anhangüera - Mas o senhor entende que foi a partir desse caso que começou a deterioração ética do partido?
Paulo de Tarso Venceslau - Eu diria que ali foi quando se consumou uma situação em que os militantes e os dirigentes do partido perderam a autoridade perante o caudilho Lula. A partir dali, tudo dependeria da bênção do Lula. Quem rasgou o estatuto do partido foi o Lula. Não estou dizendo que o Lula foi quem fez essa parafernália toda, mas ao defender o compadre dele como ele defendeu, ele instituiu uma prática.
Agência Anhangüera - É possÃvel fazer um paralelo entre o Caso Cpem e o escândalo do mensalão?
Paulo de Tarso Venceslau - É difÃcil traçar esse paralelo porque um caso é anterior à chegada ao poder e outro depois. Acho que, a partir do momento que um esquema de captação de recursos começa a funcionar, quando se chega ao poder você pode comprar a governabilidade.
Agência Anhangüera - O senhor fez a denúncia ao partido em março de 1995. Quando foi que o senhor tomou conhecimento do que denunciou?
Paulo de Tarso Venceslau - Em 95 eu fiz a denúncia formalmente ao PT por meio de uma carta ao Lula. Dentro do partido, já havia dois anos que eu vinha tentando alguma providência. Já tinha conversado com muita gente…
Agência Anhangüera - E além do Lula, quem foi o principal obstáculo para que a sua denúncia fosse investigada?
Paulo de Tarso Venceslau - Um monte de gente. Todos os dirigentes da época que acataram as ameaças do Lula. O Lula ameaçou claramente: ou ele ou eu. Na época, se alguém se comprometesse com as minhas posições, iria ter o ódio eterno dele e iria perder status dentro do PT. Quando ele recebeu minha carta, via cartório, ele ficou transtornado. E ninguém queria cair em desgraça com o Lula. Era o caminho natural para quem queria fazer uma carreira polÃtica.
Agência Anhangüera - E você tem alguma mágoa do PT?
Paulo de Tarso Venceslau - Não, muito pelo contrário. Admiro muito a militância petista, que considero a mais combativa, a mais firme, a mais séria e a mais honesta, inclusive. Não confundo o papel dessa burocracia da direção petista, que levou o PT para esse desastre, com a militância, que não vive do dinheiro do partido, que não está ligada à máfia do partido, que está inserida nos movimentos sociais e se recusa, de certa forma, a acreditar que tudo isso seja verdade. Eu sei porque já vivi essa realidade. As pessoas têm resistência em acreditar nisso para não perder o seu norte.
Agência Anhangüera - E como o senhor analisa o comportamento do partido diante da atual crise?
Paulo de Tarso Venceslau - Não sei porque não estou mais no PT. Pelas pessoas que saÃram, pelas manifestações de solidariedade que venho recebendo, tenho a impressão de que quem ficar no partido é aquele pessoal que faz muito esforço para acreditar que tudo isso não é verdade. Na minha opinião, a saÃda para o PT é dar um jeito de se livrar dos Lulas e dos Dirceus da vida, que são os maiores causadores desse atraso, dessa dificuldade que nós estamos vivendo.
Agência Anhangüera - E o senhor acha que isso seria de fato possÃvel?
Paulo de Tarso Venceslau - Claro que isso não acontece em um passe de mágica. Tem que ter uma corrente dentro do partido que tome consciência dentro disso e que reconstrua o partido numa direção em que se torne incompatÃvel com as práticas do Lula e do Zé Dirceu. Não é simplesmente extirpá-los do partido no sentido de força, mas extirpá-los politicamente.
Agência Anhangüera - À CPI, o senhor também não poupou o presidente Lula. O senhor entende que o Lula está tendo hoje, diante da crise, um comportamento semelhante ao que ele teve quando o senhor o comunicou do Caso Cpem?
Paulo de Tarso Venceslau - Ele tem um padrão de comportamento que não muda, que é sempre tapar o sol com a peneira e fingir que não vê e não sabe. Ele nunca sabe de nada. O Zé Dirceu é outro. É uma conversa muito antiga essa. O Lula sabe perfeitamente o que está acontecendo e tem uma responsabilidade muito grande sobre isso.
Agência Anhangüera - Na sua avaliação, quem seria o responsável pela adoção de esquemas obscuros de arrecadação dentro do partido?
Paulo de Tarso Venceslau - Acho que não tem um nome só. É resultado de uma cultura que foi plantada dentro do partido e que foi assumida. Muito difÃcil você ver um dirigente do partido que está participando do processo eleitoral e que, de repente, vê recursos incompatÃveis com aqueles recursos que estariam vindo de fontes tradicionais, como venda de broches e camisetas, ficar num silêncio conivente. É resultado da cultura que se criou. Por isso, não dá para nomear os responsáveis. É mais justo generalizar a conivência em relação à burocracia petista.
Agência Anhangüera - O senhor acha que o PT se tornou ou sempre foi um partido igual aos outros?
Paulo de Tarso Venceslau - Acho que se tornou. Na busca desesperada de se chegar ao poder, o PT acabou assumindo uma prática que o jogou numa vala comum. Quando o Lula rasgou o estatuto do partido em 1997, naquele momento ele institucionalizou uma cultura. A coisa complicou a partir dali. Ou seja, as regras não são para todos. Quando isso fica claro, o PT já não é o mesmo partido que pretendia ser. E a burocracia foi responsável por isso porque sabia o que estava acontecendo. Eu vivi isso de perto. O partido foi levado a isso por dirigentes irresponsáveis, ambiciosos por chegar ao poder a qualquer custo.
Agência Anhangüera - O senhor se filiou a outro partido?
Paulo de Tarso Venceslau - Não
Agência Anhangüera - Pretende se filiar?
Paulo de Tarso Venceslau - Não. Acho que há outras formas de se fazer polÃtica que não seja dentro de um partido polÃtico.
Agência Anhangüera - Qual a sua opinião sobre o PSOL?
Paulo de Tarso Venceslau - É muito interessante, tenho bons amigos lá dentro, mas tem muita coisa parecida com o projeto original do PT e vai dar muita cabeçada até entrar nos eixos. Não existe uma unidade polÃtico-ideológica e de ação. Isso é muito difÃcil num partido hoje. Mas quem sabe daqui a algum tempo eles possam encontrar um rumo que permita construir um partido, quem sabe, à imagem e semelhança do PT de antigamente.
Agência Anhangüera - Como antigo militante da esquerda radical e ex-guerrilheiro, qual a sua avaliação sobre o futuro da esquerda no PaÃs?
Paulo de Tarso Venceslau - A esquerda do Brasil sofreu muito com esse problema do PT. Vai passar por um perÃodo muito difÃcil para se recuperar desse golpe, mas acho que tem um lado positivo: a esquerda não é só o PT. O PT tentou o tempo todo assumir o monopólio da esquerda. Ao tentar fazer isso, o partido transferiu para a esquerda o ônus de uma prática extremamente nefasta. A esquerda hoje tem de combater esse tipo de prática, sem cair no moralismo e, ao mesmo tempo, ter em seus princÃpios e valores o compromisso de que a regra será aplicada para todos. Sem exceções. Eu cumpri a regra do PT e fui punido por isso, por ordem de um caudilho. Se a esquerda conseguir construir um programa, restabelecer uma prática de inserção social, com certeza vai crescer e recuperar o seu espaço, e vai separar a sua imagem do PT. O PT já não é mais um partido de esquerda faz tempo. É um partido de centro. Esse Campo Majoritário (ala que perdeu poder nas últimas eleições internas, mas mantém o comando da legenda desde 1995) é o PFL do PT.
Agência Anhangüera - O senhor entende que a atual crise pode abrir espaço para projetos mais radicalmente à direita?
Paulo de Tarso Venceslau - Uma retomada de uma ditadura ou de um governo autoritário acho muito difÃcil. A democracia brasileira já está razoavelmente consolidada. Hoje não existe espaço para esse tipo de golpe.
Agência Anhangüera - Qual a sua expectativa para a eleição deste ano?
Paulo de Tarso Venceslau - Espero que apareça algum candidato que me motive a votar nele. Por enquanto, não tem nenhum.
Agência Anhangüera - O senhor votou no Lula depois de ser expulso do PT?
Paulo de Tarso Venceslau - Votei no Lula uma única vez, em 1989. Em 1994 já o conhecia suficientemente para não votar nele. Participei da campanha porque era um compromisso partidário. Prefiro anular o voto do que votar nele.
Agência Anhangüera - O senhor foi do grupo do José Dirceu, nos anos 60. Qual o seu relacionamento com ele hoje?
Paulo de Tarso Venceslau - Nenhum e isso faz muito tempo. Não tenho mais nenhuma simpatia e amizade por ele. Lamento muito que um companheiro das origens tenha se desvirtuado dos compromissos éticos e morais que construÃmos.
Agência Anhangüera - E com o senador Aloizio Mercadante (petista que também foi comunicado na época do Caso Cpem)?
Paulo de Tarso Venceslau - Com o Mercadante a situação não é a mesma. De certa forma, ele tentou tomar alguma iniciativa, mas tenho que reconhecer que ele tem uma carreira polÃtica promissora e ele não iria abrir mão dessa carreira para defender um companheiro. Ele ficou em cima do muro. Mas eu não o coloco no mesmo patamar do Zé Dirceu.
Agência Anhangüera - Você pretende contar a sua história em um livro?
Paulo de Tarso Venceslau - Esse livro já tenho, mas preciso arrumar um tempo para organizá-lo. Eu tenho a fantasia de escrevê-lo em forma de romance. Tem um escritor que sou vidrado nele, que eu acho brilhante, que é o Jorge Semprún, um escritor espanhol. Me identifico muito com a maneira com que ele conta as histórias.
Agência Anhangüera - Série está disponÃvel na internet
Paulo de Tarso Venceslau - O economista Paulo de Tarso Venceslau é o décimo oitavo entrevistado da série sobre a crise polÃtica no PaÃs publicada aos domingos pelo Correio Popular. Agora, as entrevistas também estão disponÃveis no Cosmo Online (www.cosmo.com.br), da Rede Anhangüera de Comunicação (RAC). A série começou no dia 18 de setembro do ano passado, no auge da crise, com a entrevista do filósofo e professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) Roberto Romano. Também foram ouvidos o sociólogo e ex-petista Francisco de Oliveira (ele foi um dos fundadores do PT); o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) São Paulo, Luiz Flávio Borges D’Urso; o deputado e presidente do PMDB, Michel Temer; o presidente nacional do PT, Ricardo Berzoini; o presidente da Câmara dos Deputados, Aldo Rebelo (PCdoB); o cartunista e jornalista Ziraldo; o escritor Luis Fernando Verissimo, entre outros.
PERFIL
NOME - Paulo de Tarso Venceslau
BIOGRAFIA - O economista nasceu em Santa Bárbara d’Oeste, em 15 de setembro de 1943. Mora em São Paulo. É casado, tem um filho e uma enteada.
ATIVIDADES - Ex-guerrilheiro da Ação Libertadora Nacional (ALN), participou do histórico seqüestro do embaixador norte-americano Charles Elbrick, em setembro de 1969. Após ter sido preso durante cinco anos por conta do seqüestro e de ter se exilado no Chile, Venceslau foi convidado pelo PT para participar, como economista, de vários governos do partido.
ATUAÇÃO - Foi diretor da Companhia Municipal de Transporte Coletivo (CMTC), durante o governo Luiza Erundina. Também foi secretário de Finanças da Prefeitura de Campinas, durante a gestão do ex-prefeito Jacó Bittar, e secretário da Fazenda da Prefeitura de São José dos Campos, na administração de Angela Guadagnin. Atualmente, mantém um jornal semanal em Taubaté e um escritório de consulta e pesquisa em São Paulo.
AS FRASES
“Lamento que um companheiro das origens tenha se desvirtuado dos compromissos éticos.”, Ao comentar sobre José Dirceu
“Votei no Lula uma única vez, em 1989. (…) Prefiro anular o voto do que votar nele.”, Sobre a sua votação nas eleições.