Para o Brasil poder crescer
O Crescimento sustentável
Esta reportagem de hoje da revista Veja On Line, mostra o que está patente há bastante tempo. Durante a campanha de 2006, eu denunciei e apresentei isto para a campanha do Geraldo, e não sei por que não usaram. Coisa deles, mas seria um forte argumento contra o monte de mentiras programadas pelos marqueteiros do governo.
A Reportagem de Veja:
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Domingo, 28 de Janeiro de 2007 Brasil O governo espera que o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) eleve a expansão do PIB para a casa dos 5% ao ano. Se isso ocorrer, contudo, o paÃs corre o risco de sofrer um novo apagão. De acordo com reportagem publicada neste domingo pelo jornal O Estado de S. Paulo, essa possibilidade é prevista em um relatório oficial do governo. O documento foi elaborado pela Secretaria de Acompanhamento Econômico (Seae) do Ministério da Fazenda enquanto o PAC ainda era planejado. Confidencial, o texto afirma, segundo o Estado, que um crescimento econômico superior a 4% de 2007 até 2010 só será possÃvel com o funcionamento de todas as usinas hidrelétricas em construção. Os autores do relatório acreditam que a alta elevada do PIB só será sustentável com as hidrelétricas prontas no prazo e com o funcionamento total das térmicas, com abastecimento ininterrupto de gás natural. Se isso não ocorrer, o sistema de fornecimento de energia do paÃs ficaria abaixo do nÃvel de segurança de fornecimento. Risco elevado - Conforme o Estado, o relatório diz que o crescimento elevado não garante um apagão, mas deixa o paÃs perigosamente exposto à escassez de energia - o sistema operaria no limite, e qualquer problema com as usinas causaria um novo racionamento elétrico no paÃs, como ocorreu no inÃcio desta década. “A economia brasileira não suportaria uma taxa de crescimento superior a 3,5% entre 2008 e 2010 mantendo os riscos de suprimento em patamares aceitáveis. É necessário que as autoridades competentes atentem para o aumento do risco sistêmicoâ€?, diz o documento, elaborado com base em um estudo da UFRJ e outro da consultoria PSR. “O risco é elevado.” |
Outro dado que surgiu na semana passada foi o aumento do desemprego em 2006.
Isto também foi uma coisa óbvia que iria acontecer, porque apesar das mentiras do governo, não existe mágica. Para absorver os novos entrantes no mercado de trabalho, que atualmente estão na casa de aproximadamente 3,5 milhões ao ano, o Brasil tem que apresentar um crescimento acima de 4,5 ao ano, coisa que aconteceu apenas no ano de 2004 dos quatro anos do governo passado. Pode ter havido um aumento de cinco milhões de empregos durante o governo Lula, mas isto não absorveu nem os novos participantes do mercado e não resolveu o problema dos que estavam desempregados quando ele entrou e disse que iria criar 10 milhões de empregos. Eu naquele tempo já dizia que esta promessa era vaga por que não contava com o tempo desta proeza.
Seriam 10 milhões de empregos ao ano, ao mês o ao longo do governo?
Se fosse ao longo dos quatro anos, 2,5 ao ano, sairiam deficitário.
De acordo com as estatÃsticas do governo, o emprego formal cresceu na média de 1,25% ao ano durante os quatro anos de governo, o que aumentou em muito o desemprego formal no Brasil.
Aquela história que ele possibilitou também além dos cinco milhões de empregos formais, dois milhões de empregos informais, é pura balela, pois empregos informais todos sabem que existe, mas não se pode criar uma estatÃstica correta e precisa do número destes empregos, justamente por serem informais.
Com isto vemos que o problema no Brasil é muito mais complicado do que simplesmente pegar e fazer como gosta de apregoar o nosso mandatário.
Dentro do discurso dele, tudo se resolve com vontade polÃtica.
O que realmente se precisa fazer é o que fazem as donas de casa conscientes, os empresários de sucesso, e é muito simples.
Simples não é sinônimo de fácil, mas pode e tem que ser feito.
Parar de gastar dinheiro e encolher o tamanho do governo.
Este seria o primeiro passo para melhorar a economia do paÃs.
Não somente teria resultados imediatos como daria um bom exemplo para a turma do oba-oba de que a farra acabou e doravante a austeridade deveria prevalecer.
Resumo:
- O Brasil não cresce porque o governo gasta muito e gasta mal.
- Para crescer o Brasil precisa de Infra-estrutura forte e constante.
- A energia é a base da infra-estrutura.
- Para se conseguir independência energética o Brasil tem que construir usinas e criar condições para energias alternativas.
- Não tendo dinheiro suficiente para fazer estas coisas todas, o governo tem que convencer a indústria privada a investir no Brasil e dar condições para isto.
- Com investimento em longo prazo, as empresas privadas teriam que sentir que existe condição dentro do governo para garantir seus investimentos.
- As agencias reguladoras teriam que ser despolitizadas, e regulamentar seus respectivos ramos sem interferência do governo, apenas confirmando que os contratos estavam sendo cumpridos.
- O governo teria que dar um exemplo de austeridade, reduzindo drasticamente a carga tributária e reduzindo também os seus gastos supérfluos.
- O governo teria que investir pesado na educação de base, e deixar que a educação universitária seja toda paga, em escolas públicas ou privadas. A universidade grátis é um grande desperdÃcio de dinheiro público e um exercÃcio em ineficiência.
- O governo teria que despolitizar e eliminar quase todas as formas arrecadatórias atreladas aos empregos formais para que os empresários possam empregar as pessoas sem os pesados vÃnculos que vêm com os compromissos formais.
Com foco nestes 10 pontos, não precisaria das 50 medidas do PAC para iniciar um crescimento sustentável. As 50 medidas do PAC, não realmente existem, mas estão contando com a boa vontade do congresso e dos cidadãos para que possam acontecer.
Manoel, diz a um amigo em um restaurante:
-Joaquim eu quero te convidar para o meu casamento.
-Manoel eu nem sabia que você estava noivo. Vai se casar com quem?
-Joaquim eu vou me casar com aquela moça bonita que está lá naquela nessa do canto.
-Manoel não me diga você a conhece?
-Não Joaquim, mas vou conhecer?
-Se não a conhece como sabe que ela vai querer casar com você?
-Ainda não sei, mas vou perguntar.
-Manoel e se ela não quiser se casar com você?
-Então tenho que encontrar uma que queira não é?
Esta anedota acima é o caso do PAC, se não houver pura boa vontade não tem PAC e então o governo tem que inventar outro pacote. Enquanto isto segue a gastança, segue a impunidade, segue o Dirceu e sua quadrilha. Leia esta reportagem do Claudio Humberto do dia 28/01/2007
A agenda secreta de Lula
O presidente Lula almoçou três vezes com o ex-ministro José Dirceu na casa do ministro Márcio Thomaz Bastos (Justiça) no Guarujá (SP), durante as férias no forte da Aeronáutica, no inÃcio do ano. Ele foi identificado na portaria do condomÃnio, onde entrou dirigindo o próprio carro. A vizinha de Bastos, d. Vilma, viúva do ex-ministro Sérgio Motta, confirmou a visita. Em 2006, a última vez que o ex-ministro esteve com Lula foi no mês de abril.
AÃ vem o Dirceu de novo minha gente!!!!!!!!

roberto.
porque essa sua implicancia com o zé? o barbalho já tai, pra não falar no sirney,severino. del fim, jeferson, os companheiros aloprados e outros menos votados.
prá completar o time tá faltando o companheiro zé.
AGORA FALANDO SÉRIO : o que está faltando é uma oposição séria e competente, que realmente exerça sua função e não fique como esses “não sei o que se diga” que só pesam em chegar ao “puder”, prá fazer igual ou pior.
um abraço.
maninho
Comment by MANINHO — January 29, 2007 @ 10:01 pm